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O registo curioso de Enzo Barrenechea na estreia de José Mourinho pelo Benfica

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Enzo Barrenechea Benfica
Foto: Edmilson Monteiro/Bola na Rede

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Enzo Barrenechea foi titular pelo Benfica no jogo de estreia de José Mourinho, frente ao AVS SAD. O médio não viu o cartão amarelo, pela primeira vez, na Primeira Liga.

Enzo Barrenechea fez o seu primeiro jogo na Primeira Liga sem ver o cartão amarelo. O médio argentino de 24 anos foi titular na estreia de José Mourinho pelo Benfica e acabou por sair da partida sem ver cartão, algo que ainda não tinha acontecido. Desta forma, Enzo continua em risco de suspensão, estando à bica para a próxima partida.

Enzo Barrenechea acabou por sair aos 71 minutos e foi substituído por Leandro Barreiro no meio-campo, numa partida em que cumpriu o 11.º encontro pelas águias.

No total, Enzo Barrenechea soma 11 jogos com um golo e uma assistência.

Mário Cagica Oliveira

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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