Publicidade

Francisco Conceição explica saída do FC Porto para a Juventus: «Acho que foi o passo certo e estou feliz»

Diogo Lagos Reis · 3 min

Francisco Conceição Juventus
Foto: Juventus FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Francisco Conceição falou sobre vários temas da sua carreira. Desde o FC Porto, Ajax, Juventus, Sérgio Conceição e Portugal.

Francisco Conceição deu uma entrevista à Sport TV, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o internacional português recordou a saída do FC Porto e a transferência para a Juventus, clube onde atualmente joga:

«Eu sinto que, naquele momento, quando o meu pai [Sérgio Conceição] saiu, eu era jogador do FC Porto, ainda. Fiz a pré-época com o FC Porto e, a partir do momento em que um clube como a Juventus decide ligar, com muita vontade de eu vir, achei que não podia dizer que não. Ganhando o que ganhei pelo FC Porto e demonstrando de forma convincente a minha capacidade em Portugal, decidi que era passo certo vir para a Juventus».

«É um clube gigante, com uma dimensão inacreditável, e não podia dizer que não, porque o comboio muitas vezes não passa duas vezes, por isso, acho que foi o passo certo e estou feliz. Continuo a apoiar o FC Porto e quero sempre que ganhe», prosseguiu.

Francisco Conceição abre portas a um regresso ao FC Porto no futuro:

«Sim, não vou dizer que não, porque é o clube do meu coração, um clube que me diz muito e quero regressar. Quando, não sei, num futuro próximo não será, mas teria todo o gosto em regressar para tentar mostrar o meu valor e não para acabar a carreira, mas para mostrar a minha capacidade, ainda».

«Acho que, coletivamente, me falta ganhar muita coisa em Itália, tudo o que temos para ganhar com a Juventus. Os objetivos são grandes, e, também individualmente, quero, cada vez mais, melhorar os meus números, para me tornar num dos melhores do mundo e dizer que consegui atingir o máximo da minha capacidade», prosseguiu.

Francisco Conceição falou sobre a passagem pelo Ajax e regresso ao FC Porto:

«Não vou mentir, fui com muitas expectativas para o Ajax, infelizmente as coisas não correram tão bem como desejaria, não tive tantos minutos como queria e quis sair ao fim do primeiro ano. Tive várias propostas de clubes estrangeiros, mas achei importante voltar ao FC Porto, por ser uma casa que conhecia e a que não precisava de me habituar. Foi o passo certo».

Francisco Conceição recordou Pinto da Costa:

«O presidente Pinto da Costa tem uma importância inacreditável na minha carreira. Foi ele que me trouxe de volta após o Ajax, foi ele que confiou muito em mim, tal como o meu pai. Sabiam que, mais cedo ou mais tarde, eu ia provar o meu valor e estou-lhe eternamente grato. É uma figura marcante, mítica, do nosso clube, que nunca será esquecida».

«Isso demonstra bem o peso que eles tiveram em eu regressar, sentia-me muito motivado para ajudar o clube. Voltei ainda mais preparado do que na minha primeira passagem, porque já tinha vivido algumas coisas no estrangeiro a que não estava habituado e que me deram alguma ‘bagagem’. Isso ajudou-me e consegui exprimir muito o meu potencial», disse ainda.

Francisco Conceição abordou a conquista da Primeira Liga com o seu pai Sérgio Conceição:

«Foi mesmo um sonho concretizado, porque se o meu primeiro objetivo era chegar à equipa principal, nem nos meus melhores sonhos imaginava que ganharia o campeonato com ele como treinador. Foi bem real, penso que foi um momento único e foi um sonho concretizado. Agradeço a Deus todos os dias por esse título, que ficará sempre no meu coração».

Francisco Conceição falou sobre o objetivo de conquistar o Mundial:

«Com a seleção, quero ganhar o Campeonato do Mundo. Temos uma competição em que não podemos fugir da verdade, temos uma equipa com muita qualidade e queremos ganhar, mas é ir jogo a jogo e ir no momento».

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.