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Marco Silva explica opções táticas na goleada e deixa mensagem dura sobre a estreia do Benfica no campeonato: «O futebol é feito para os adeptos. Quando se retiraram estes do estádio, algo está mal»

Ricardo João Lopes · 1 min

Marco Silva Benfica
Foto: Paulo Ladeira / Bola na Rede

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Marco Silva já reagiu ao encontro entre o Benfica e o Hearts, partida relativa à terceira eliminatória da Europa League. Encarnados venceram.

Marco Silva analisou o encontro entre o Benfica e o Hearts, que terminou com uma vitória encarnada por 6-1 e foi relativo à primeira-mão da terceira eliminatória de acesso à fase de liga da Europa League. O técnico analisou opções táticas.

«4-3-3? Sabemos a capacidade que o Leandro tem para aparecer na área, não é a primeira vez. Mesmo com o Rafa por dentro, precisávamos do Barreiro para completar o triângulo. Primeira parte bem conseguida, a jogar em meio-campo contrário, entrar na linha defensiva de várias fortes, atraindo à direita e chegando à esquerda. Em alguns momentos quisemos pausar demais e faltou o momento certo para acelerar. Muitos bons momentos, oportunidades para marcar, o adversário com uma bola à barra numa bola parada. Na segunda parte queríamos começar da mesma forma, não começámos tão bem. Não foram do nível que podemos, era importante não sofrer. O adversário reagiu, mudou de sistema, tivemos de mudar a forma de saltar à pressão. Os jogadores que entraram demoraram, e crescemos mais em campo aberto e transição. Um excelente resultado que nos dá a confiança de que estamos num bom caminho. Boa exibição e agradecer aos adeptos. Acredito que estejam confiantes. Domingo começa uma nova batalha, sem os adeptos, infelizmente retiraram-nos essa possibilidade. O futebol é feito para os adeptos, quando se retiraram estes do estádio, algo está mal».

«Prestianni à esquerda e Rafa à direita? queria um jogador aberto à esquerda. Hoje em dia o Rafa é jogador de corredor central. Pode fazê-lo, mas estar aberto não seria ele. Ou era o Kaminski, o Andreas ou o Prestianni. Queríamos manter a dinâmica à direita. Não seria nunca o Rafa na esquerda, sabemos quais os caminhos para ele render, mais perto do corredor central, mesmo vindo da linha. Mais por dentro, à esquerda um jogador aberto».

Ricardo João Lopes

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