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André Luiz assina pelo Sporting Kansas City

João Viegas · 1 min

André Luiz Sporting Kansas City
Foto: Sporting Kansas City

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O Sporting Kansas City bateu valor recorde para contratar André Luiz. O extremo brasileiro rendeu 15 milhões aos cofres do Olympiacos.

O Sporting Kansas City oficializou André Luiz. O ex-Estrela da Amadora e Rio Ave deixou o Olympiacos para ir jogar na MLS por um valor recorde.

A comitiva de Kansas pagou 15 milhões com mais 3,5 milhões em variáveis aos gregos para contratar o extremo brasileiro. Com este valor, o avançado tornou-se a contratação mais cara da formação norte-americana.

André Luiz, que chegou a ser alvo do Benfica, fica com um contrato válido por quatro anos com a equipa orientada pelo suíço Raphael Wicky. Ao longo da sua carreira o extremo brasileiro tem passagens por Flamengo, Estrela da Amadora, Rio Ave e Olympiacos.

João Viegas

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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