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Ex-Benfica muito perto de reforçar o West Ham de Nuno Espírito Santo

Manuel Nascimento · 1 min

Morato no Nottingham Forest
Foto: Nottingham Forest FC

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Morato vai trocar o Nottingham Forest pelo West Ham por empréstimo. O defesa ainda chegou a ser sondado pela AS Roma.

Morato está de saída do Nottingham Forest para reforçar o West Ham. O jogador, que representou o Benfica entre as temporadas de 2019/20 e 2024/25, prepara-se para rumar a Londres a título de empréstimo do emblema da Premier League.

Apesar de o West Ham disputar esta época o Championship, o segundo escalão do futebol inglês, o central de 25 anos optou por continuar em solo britânico, ainda que isso implique descer temporariamente um patamar competitivo.

Segundo avança a imprensa inglesa, os italianos da AS Roma também chegaram a demonstrar um forte interesse em garantir os serviços do ex-Benfica neste fecho de mercado, mas o destino de Morato está traçado e passará mesmo por uma cedência temporária aos hammers.

Manuel Nascimento

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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