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Grémio de Luís Castro vence Dérbi e avança na Taça do Brasil graças a 2 ex-Benfica: eis o quadro das meias finais

Diogo Ribeiro · 1 min

Grémio Jogadores
Foto: Grémio FBPA

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O Grémio de Luís Castro é a última equipa a confirmar o apuramento para as meias-finais da Taça do Brasil. ‘Grenal’ ditou apuramento.

Foi num sempre aguardado ‘Grenal’, o Dérbi de Porto Alegre entre Grémio e Internacional, que a equipa de Luís Castro se apurou para as meias-finais da Taça do Brasil. Depois do 0-0 na primeira mão, vitória por 3-1 da equipa da casa.

O jogo foi protagonizado por dois antigos jogadores do Benfica. Carlos Vinícius (14′ e 22′) e Filip Krovinovic (68′) marcaram os golos de uma vitória amenizada por Vitinho (79′).

Com esta vitória, o Grémio chega às meias-finais da Taça do Brasil, onde defrontará o Atlético Mineiro, único clube que não é treinado por um português ainda em prova e que eliminou o Cruzeiro de Artur Jorge. Na outra meia-final, defrontam-se o Palmeiras de Abel Ferreira e o Vasco da Gama de Pedro Emanuel.

Diogo Ribeiro

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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