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Federer conquista o 90º título da sua carreira

Manuel Traquete · 1 min

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Cabeçalho modalidadesRoger Federer continuou o seu fantástico início de temporada, juntando o primeiro Masters 1000 do ano ao título conquistado na Austrália, em Janeiro. Foi o quinto título para Federer, em Indian Wells, 25º na categoria Masters 1000 e 90º no total. No caminho para o título, o suíço viu o seu serviço ser quebrado apenas uma vez no torneio inteiro (no primeiro jogo do segundo set da final contra Stan Wawrinka) e não perdeu um único set. Foi uma vitória absolutamente incontestável, que incluiu um novo triunfo – desta vez dominador – contra o seu arqui-rival Rafael Nadal.

Da maneira que Federer tem jogado este ano e com os resultados que já obteve, um assalto ao primeiro lugar do ranking no fim do ano parece, não só possível, como bastante provável; Federer tem sido, de longe, o melhor jogador do ano e não há razões para pensar que não continuará forte. Cabe agora aos seus rivais responderem.

Djokovic e Murray, os dois primeiros do ranking, continuaram as suas temporadas desapontantes e, ainda pior, não vão estar em Miami por lesão, se bem que se espera que estejam de volta para a temporada de terra batida.

Federer não joga apenas contra os seus adversários, mas também contra a história. Os recordes de títulos (109) e vitórias (1254) de Jimmy Connors estão ao seu alcance. Apesar de fazer 36 anos em Agosto, a carreira de Federer não tem fim à vista. O suíço partirá para todos os Grand Slams como um dos principais favoritos, especialmente em Wimbledon.

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Manuel Traquete

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O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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