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Arda Turan explicou a sua filosofia pessoal e a do Shakhtar Donetsk enquanto clube. Treinador recorreu a exemplo de Georgiy Sudakov.
Arda Turan abriu o coração e mostrou um lado mais pessoal da sua visão e do próprio Shakhtar Donetsk. Junto do jornalista Dmitry Gordon, o treinador recordou um caso de Georgiy Sudakov para explicar a sua forma de olhar para o futebol e para a vida.
«O Sudakov… o pai dele morreu. Antes do jogo com o Panathinaikos, ele saiu do autocarro da equipa. Talvez ganhássemos se ele tivesse jogado, mas o funeral do pai dele era mais importante para nós do que o futebol. Os nossos jogadores são, antes de mais, seres humanos, e isso é o mais importante», destacou Arda Turan, que destacou um novo exemplo.
«Se tiverem um filho podem ir. Estão livres. O tempo de que precisarem é o tempo que têm. Se for preciso, voltem só ao fim de dois meses», completou o treinador do Shakhtar Donetsk.
O caso contado por Arda Turan remonta a 12 de agosto de 2025, quando Georgiy Sudakov perdeu o pai. Dois dias depois, o Shakhtar Donetsk defrontou o Panathinaikos na caminhada para a Europa League, tendo perdido a eliminatória nos penáltis.
Neste mesmo mercado, o Benfica acabou por contratar Georgiy Sudakov, num negócio por empréstimo com obrigação de compra que já totalizou os 27 milhões de euros.












