A análise ao mercado do FC Porto
Depois da conquista do 31.º título dos azuis e brancos, seguiu-se um verão onde André Villas-Boas e Francesco Farioli fizeram de tudo para manter as principais peças da equipa do FC Porto e, ao mesmo tempo, reforçar um plantel que tinha dado provas de estar preparado para lutar pelos principais objetivos. A ideia passava por não mexer demasiado numa equipa campeã, mas aproveitar o mercado para corrigir algumas lacunas e aumentar as opções ao treinador italiano. No capítulo das entradas, André Silva foi o primeiro nome a chegar. O avançado português chegou a custo zero, proveniente do Elche, numa operação que dificilmente pode ser vista como um risco para os dragões. Além da questão financeira, há ainda o fator casa: André Silva conhece o clube, a exigência e o contexto, chegando para assumir um papel secundário no ataque, como segunda ou terceira opção. É um reforço que oferece profundidade sem obrigar o clube a um grande investimento.




