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O plano tático do Benfica que dominou o Nápoles

Há muitos méritos na vitória do Benfica sobre o Nápoles na Champions League. Se é verdade que os napolitanos tiveram menos dois dias de descanso, se é verdade que chegaram a Lisboa com sete baixas de peso, também é verdade que, nos últimos cinco jogos, os italianos venceram todos e que chegavam à Luz como favoritos. O que as águias fizeram em casa roçou a perfeição, tanto no delineamento do plano, como na sua execução. A fisicalidade do Nápoles e as marcações individuais a campo inteiro apresentavam desafios a um Benfica que, como vem sendo hábito, junta muitos médios e não tem aceleradores ou desequilibradores no drible na frente. Face a estas marcações e encaixes agressivos, coube a José Mourinho, numa primeira instância, e aos jogadores, na que mais importa, perceber quais os espaços livres e as vantagens que poderiam gerar.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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