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AVS SAD

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Opinião

Águia pressionada e Ave em aflição: Obrigação e sobrevivência cruzam-se na Luz | Benfica x AVS SAD

O ano 2026 já veio trazer dois desaires e meio ao ninho da águia. Em janeiro, o Benfica foi eliminado da Taça da Liga pelo Braga (1-3 na meia-final) e da Taça de Portugal pelo FC Porto (0-1 nos quartos de final), um mês depois está com um pé fora da UEFA Champions League após a derrota caseira (0-1) com o Real Madrid. Com a segunda mão do playoff de acesso aos oitavos de final da competição europeia a disputar-se na capital espanhola na próxima quarta-feira, a missão da equipa encarnada, não sendo impossível, é pelo menos muito difícil. Se hipoteticamente tudo correr de acordo com as expetativas, restará apenas a Liga Portuguesa para disputar ao Benfica. Embora se encontre em terceiro lugar, com 14 pontos perdidos no global (oito dos quais, perdidos em casa), com um atraso de sete pontos em relação ao primeiro lugar (ocupado pelo FC Porto), tendo números menos bons que os rivais a nível defensivo (13 golos sofridos, contra sete do FC Porto e 12 do Sporting) e até ofensivo (46 golos marcados, contra 56 do Sporting, mas melhor do que o FC Porto que tem apenas 43 e até do Braga com 45). A verdade é que ainda há possibilidades para a turma da Luz.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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AVS SAD

Como João Henriques surpreendeu o Leão em Alvalade | Sporting 3-2 AVS SAD

O futebol não é olhar para as duas equipas, ver quem é mais forte e interiorizar que é a que vai ganhar. Ao mesmo tempo, é verdade que ganhou a equipa mais forte, mas seria mentira dizer que havia muita gente que esperava uma vitória mais confortável por parte do Sporting? Tendo em conta que jogava em casa contra o último classificado que, à data, não venceu um jogo na Primeira Liga e leva apenas cinco pontos à jornada 20. Numa realidade onde se olha mais para a equipa com maior dimensão, olhemos mais ao pormenor para a exibição do AVS SAD. No fundo, o AVS SAD entrou com um plano sólido por parte do treinador João Henriques, ao dificultar a construção interior do Sporting em ataque organizado. Sem bola, oscilavam entre a linha de quatro e a linha de cinco, partindo de uma espécie de 4-1-4-1, com posicionamentos especiais de Roni (sobretudo) e de Ángel Algobia. Consoante onde estivesse a bola, um desses jogadores, que partiam à frente da defesa, descia para cobrir o espaço entre o central e o lateral. Uma vez que o Sporting apresenta muitas dinâmicas nessas zonas, com vários jogadores entre-linhas, o objetivo passava por tentar anular isso e ser o mais compacto possível. João Henriques explicou ao Bola na Rede em conferência de imprensa.

Diogo Lagos Reis · 6 min de leitura
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