Publicidade

Diego Simeone revela que Álvarez jogou com febre e diz: «Barcelona é a equipa que joga o melhor futebol»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Diego Simeone Atlético de Madrid
Foto: Club Atlético de Madrid

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Barcelona venceu este domingo o Atlético Madrid por 4-2 na jornada 28 da La Liga. Diego Simeone falou no final do jogo.

O Barcelona venceu este domingo o Atlético Madrid por 4-2 na jornada 28 da La Liga. Diego Simeone falou no final do jogo.

Diego Simeone reagiu à derrota do Atlético Madrid com o Barcelona por 4-2 na jornada 28 da La Liga. Em declarações à DAZN, o técnico dos colchoneros deu a sua opinião sobre a partida:

«Felicito o rival. Eles tiveram essa dose de sorte, que também é preciso ter. Não aproveitámos alguns contra-ataques que podíamos ter aproveitado. É uma grande equipa, estão de parabéns e temos de continuar a trabalhar».

«Acho que o 2-0 não tinha espaço para ser 2-0. Eles tiraram-no e ficou 2-1. Para qualquer equipa poderosa e muito boa como o Barcelona, isto é um impulso, uma dose de confiança. O adversário entra nesse espaço de medo. Não se pode sair em contra-ataque, fica-se logo com o 2-2. Repito, parabéns ao nosso adversário e vamos continuar», acrescentou.

Diego Simeone revelou que Julián Álvarez jogou doente:

«Penso que não se notou cansaço porque procurámos novas energias com as alterações. Rodrigo fez um grande esforço. Julián estava doente, com febre… e jogou como se viu. Não posso pedir-lhes mais do que aquilo que estão a dar».

«Já o disse antes e posso repeti-lo hoje: O Barcelona é a equipa que joga o melhor futebol. É também a equipa que combina o melhor jogo coletivo e que tem jogadores distintos a nível individual», disse ainda o treinador do Atlético Madrid.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.