Gianni Infantino emitiu um comunicado a referir que desistiu de vender os direitos comerciais a empresas fora da FIFA.
Gianni Infantino não conseguiu obter os apoios necessários para criar uma empresa para gerir os direitos comerciais dos próximos Mundiais, sendo que investidores externos poderiam comprar uma percentagem da mesma, ‘privatizando’ assim a competição.
O presidente da FIFA viu os países da Europa, América do Norte e Central e Ásia mostrarem-se contra o projeto, levando a que emitisse um comunicado a revelar que desistia do mesmo, insistindo nas suas vantagens:
«O projeto «FIFA Forward Enterprise» destinava-se a proporcionar uma base para reforçar ainda mais as nossas Federações-Membro da FIFA e o nosso desporto a nível mundial, especialmente nos países onde o apoio é mais necessário. E, mais ainda, tal como afirmámos desde o início, a concretizar este objetivo apenas se uma maioria das Federações-Membro da FIFA o apoiasse e sempre sujeito a um processo de consulta com as mesmas, com o Conselho da FIFA, com as Confederações e com as partes interessadas em geral.
Depois de ter ouvido atentamente todas as opiniões, tornou-se claro que o projeto criou divisões de tal natureza que, independentemente do nível de apoio, já não servem o objetivo inicialmente definido.
O nosso objetivo sempre foi — e sempre será — unir e melhorar.
Consequentemente, esta proposta não irá avançar.
Daqui para a frente, a minha intenção é reunir novamente todas as partes interessadas nos próximos dias e semanas, num espírito de interesse comum pelo nosso desporto, e com o objetivo de continuar a fazer crescer o futebol em todo o lado, e particularmente nos países que mais necessitam do nosso apoio».

