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Há 33 anos que a AS Roma não marcava tão poucos golos nos primeiros 11 jogos

Mário Cagica Oliveira · 1 min

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Foto: AS Roma

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A AS Roma continua a atravessar um período difícil na Serie A. A equipa italiana soma apenas 10 golos marcados em dez partidas.

A AS Roma continua a atravessar um período difícil na Serie A. A equipa italiana soma apenas 10 golos marcados em dez partidas.

A AS Roma está a atravessar uma crise de resultados, mas também de golos. De acordo com um levantamento feito pelo Corriere dello Sport, os 10 golos marcados nos primeiros 11 jogos oficiais da temporada constituem o registo mais negativo dos giallorossi desde a temporada de 1991/92.

Na altura, a AS Roma era treinada por Ottavio Bianchi e tinha apenas nove golos apontados ao fim de 11 partidas. Nesta época, em que a instabilidade tem sido constante e marcada por um troca de treinador prematura [Daniele De Rossi por Ivan Juric], a equipa continua sem manter a regularidade desejada.

Na Serie A, a AS Roma ocupa o modesto 10º lugar e na Europa League soma uma vitória, um empate e uma derrota na fase de liga.

Mário Cagica Oliveira

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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