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Jorge Jesus e Álvaro Pacheco vencem na Liga Saudita

João Pedro Vaz · 1 min

Koulibaly - Al Hilal
Foto: Al Hilal Saudi Football Club

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Em jogos a contar para a quinta jornada da Liga Saudita, o Al Hilal de Jorge Jesus bateu o Al Kholood por 4-2, e o Al Orobah de Álvaro Pacheco venceu o Damac por 1-0.

Em jogos a contar para a quinta jornada da Liga Saudita, o Al Hilal de Jorge Jesus bateu o Al Kholood por 4-2, e o Al Orobah de Álvaro Pacheco venceu o Damac por 1-0.

O Al Hilal de Jorge Jesus voltou a triunfar para a Liga Saudita, desta feita por 4-2 no terreno do Al Kholood. Renan Lodi, Malcom, Koulibaly e Ali Albulayhi apontaram os golos da equipa do técnico português que assim segue com 15 pontos em cinco partidas realizadas.

O Al Orobah de Álvaro Pacheco, por sua vez, recebeu e venceu a formação do Damac por 1-0. O único golo do encontro foi apontado pelo ex-FC Porto Cristian Tello e o conjunto do treinador luso leva sete pontos em cinco jogos e respira, agora, um pouco melhor na tabela classificativa.

Na próxima ronda o Al Hilal visita o Al Ahli, enquanto a equipa do Al Orobah se desloca ao terreno do Al Nassr de Cristiano Ronaldo e Otávio.

João Pedro Vaz

Redação Bola na Rede · ver artigos

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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