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Álvaro Pacheco

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Opinião

Casa Pia continua na Primeira Liga: eis os 5 destaques da campanha e da manutenção

Não há espaço, no seio dos sentimentos do Casa Pia, que não para o alívio. Há festejos e sorrisos, é certo, mas nenhum sentimento tão forte como o expirar profundo de dever cumprido, com muita dificuldade. A duas mãos, o Casa Pia marcou mais dois golos que o Torreense e, numa casa emprestada há quatro anos, selou as contas da manutenção. A época foi longa para o Casa Pia. Começou em agosto, diante do bicampeão Sporting que se tratou de banalizar os gansos. Na altura era João Pereira o treinador dos gansos. Desde então, João Pereira saiu, o seu adjunto Gonçalo Brandão foi promovido a principal, tendo também deixado já o clube. Álvaro Pacheco foi o responsável por fechar uma época atípica e feliz apenas no último suspiro.

Diogo Ribeiro · 8 min de leitura
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Benfica

A teia de Álvaro Pacheco e a obrigação encarnada | Casa Pia x Benfica

O embate desta segunda-feira leva o Benfica ao Estádio Municipal de Rio Maior para defrontar o Casa Pia. Se olharmos apenas para a tabela classificativa, a equipa da casa está no 16.º lugar com 24 pontos e a lutar para fugir ao play-off de despromoção, e as águias no terceiro posto com 65 pontos, a teoria dita um jogo de sentido único. O Benfica vem de uma vitória confortável por 3-0 contra o Vitória SC e soma uma impressionante série de 27 jogos seguidos sem perder no campeonato. Do outro lado, a equipa de Álvaro Pacheco lambe as feridas de uma pesada goleada por 4-0 sofrida frente ao Estrela da Amadora. Contudo, a realidade do relvado será bem mais complicada do que a estatística sugere. O desafio tático que se apresenta a José Mourinho é claro: desmontar um bloco que se vai fechar e procurar o erro encarnado. Apesar da fase menos positiva, o Casa Pia tem feito do seu reduto emprestado uma autêntica fortaleza, não perdendo lá desde novembro. Mais ainda, a equipa da casa entrou a vencer ao intervalo nos seus últimos quatro jogos na condição de visitado, mostrando uma forte capacidade de organização inicial. O Benfica terá de assumir as despesas, instalar-se no meio-campo adversário e ter muita paciência e acutilância no último terço.

Duarte Rêgo · 4 min de leitura
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Opinião

A água micelar do Casa Pia que limpou os artifícios com que o FC Porto tem maquilhado as lacunas

O FC Porto não era uma equipa perfeita nem o é, mas até então tinha sido capaz de maquilhar as imperfeições com uma linha defensiva praticamente impenetrável e feito o suficiente para, lá à frente, chegar a situações de vantagem. O Casa Pia não é uma equipa perfeita e o lugar assim o sugere. Mas Álvaro Pacheco descobriu sinergias e funcionalidades que aproximam a equipa do sucesso. Não houve perfeição em Rio Maior e só assim se atingiu a surpresa. A questão Jakub Kiwior é pertinente, mas não definidora, assim como as segundas voltas de Francesco Farioli, sendo um dado relevante, não se tratam de uma ciência exata. O FC Porto até demonstrou, em certos períodos, capacidades de circular a bola com mais fluidez que o habitual, mas foi controlado pelo Casa Pia que pouco concedeu. As derrotas são, tal como as vitórias épicas, ocasião perfeita para exageros que não se manifestam necessariamente na realidade. Até porque, aliado ao demérito dos dragões num jogo bem trémulo, há muito mérito no Casa Pia que é preciso realçar.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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Sporting

Um voto no regresso da dinastia de Bragança | Sporting

O último dia da campanha para as eleições presidenciais ficou marcado pelo regresso de um passado já distante. Quando todos os candidatos faziam um último apelo ao voto, apareceu também um daqueles que aparece com o apelido de Bragança nas costas a pautar o seu regresso na vitória do Sporting sobre o Casa Pia. No caso de Daniel, há um fator extra. Os verdadeiros reis são aqueles capazes de trazer as ruas consigo. E as ruas, o máximo expressar da vontade popular, estiveram com o médio. A segunda lesão grave de Daniel Bragança no espaço de um par de anos foi um duro revés num crescimento do médio, à data, nos primeiros meses de Rui Borges como treinador do Sporting. Os leões lidavam com uma onda de lesões e, num fevereiro que podia ser fatídico e que terminou como um mero obstáculo, o português caiu novamente. 11 meses depois, e com um aparecimento fugaz na equipa B, o emocional regresso.

Diogo Ribeiro · 6 min de leitura
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