Publicidade

Quem é Álvaro Cortés? Defesa interessa ao Benfica e está em final de contrato com o Barcelona

Ricardo João Lopes · 1 min

Álvaro Cortés no Barcelona
Foto: FC Barcelona

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Álvaro Cortés pertence aos quadros do Barcelona e durante esta sexta-feira foi associado a uma transferência para o Benfica.

Álvaro Cortés foi apontado ao Benfica durante esta sexta-feira. O jogador pertence aos quadros do Barcelona e encontra-se a cumprir o seu último ano de contrato com a formação da Catalunha, embora exista interesse dos blaugrana em manter o jovem nos quadros.

O defesa central conta com apenas 20 anos e sobressaiu-se na cantera do Real Zaragoza, com o Barcelona a conseguir contratá-lo em 2020, integrando-o nos escalões de formação. Na temporada 2022/23 foi emprestado ao Damm, uma famosa escola de formação com renome da Catalunha, regressando um ano depois aos culés.

Álvaro Cortés mereceu a sua primeira oportunidade na equipa B do Barcelona em 2023/24, mas passou a ser aposta forte no escalão secundário em 2024/25, com 29 encontros disputados. A equipa acabou por ser despromovida à Segunda RFEF, campeonato onde milita atualmente.

O jogador é considerado como importante para Juliano Belletti, somando 11 partidas, com um golo marcado frente ao Barbastro. Álvaro Cortés foi sempre titular e nunca chegou a ser substituído, o que reflete a sua importância no seu plantel, sendo um dos elementos com mais experiência.

O espanhol é esquerdino (algo que Tomás Araújo, Nicolás Otamendi e António Silva não são) e mede 1,89 metros, pesando 82 quilos. O seu atual valor de mercado é de 300 mil euros, segundo o Transfermarkt. O Benfica teria que pagar uma compensação financeira ao Barcelona, caso quisesse garantir Álvaro Cortés já em janeiro.

A posição dos catalães face a uma possível oferta ainda não é conhecida, ainda que o Barcelona pretenda a sua continuidade.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.