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Ruben Amorim explica dificuldades de Gonçalo Ramos e critica início de jogo do AC Milan: «Uma primeira parte desastrosa»

Diogo Ribeiro · 1 min

Ruben Amorim no AC Milan
Foto: AC Milan

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Ruben Amorim analisou o empate entre o AC Milan e a Lazio. Técnico fez o rescaldo do encontro e explicou substituições.

Depois do empate entre o AC Milan e a Lazio por 2-2 na Serie A, Ruben Amorim analisou o encontro. Técnico destacou as diferenças na postura entre cada parte.

«Conseguimos um ponto, mas devíamos ter feito melhor. Na primeira parte não houve pressão. Concordo com o Gila: foi uma primeira parte desastrosa. Na segunda parte, houve mais energia e velocidade e conseguimos garantir um ponto», começou Ruben Amorim, que explicou as mudanças ao intervalo.

«Mudanças? Não é um problema apenas do Modric. Na primeira parte, a nossa circulação de bola foi má. O Milan pode jogar com o Modric, mas temos de fazer um certo tipo de jogo, não podemos andar para a frente e para trás. O Modric estava demasiado perto da defesa, por isso coloquei o Musah. Diego Moreira na esquerda? A ideia de colocar o Moreira foi para ter um jogador muito mais ofensivo. Sendo canhoto, abre mais o campo pela esquerda e foi uma ideia para tornar o Milan mais ofensivo. Para mim, ele pode jogar em várias posições em campo», destacou o treinador rossoneri.

«O que falta ao Gonçalo Ramos? Temos de colocar mais jogadores junto à área, e ele tem de passar mais tempo dentro da área, caso contrário, torna-se difícil para o Ramos. Com um melhor trabalho dos médios ofensivos, o Ramos também irá melhorar», concluiu Ruben Amorim.

Diogo Ribeiro

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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