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Tensão nos Wolves: César Peixoto obrigado a afastar ponta de lança dos treinos

Manuel Nascimento · 1 min

César Peixoto, Gil Vicente
Foto: Pedro Barrelas / Bola na Rede

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César Peixoto foi obrigado a cancelar treino de segunda-feira devido a momento de tensão entre o técnico e o avançado Tolu Arokodare.

César Peixoto protagonizou um momento de tensão com o avançado Tolu Arokodare no Wolverhampton. O técnico português exigiu a saída imediata do jogador do relvado devido a baixos índices de disciplina. A recusa do atleta gerou um impasse insustentável que obrigou ao cancelamento do treino da equipa principal na segunda-feira.

O centro de treinos do emblema inglês amanheceu com a segurança reforçada para impedir a entrada do futebolista nas instalações. O jornalista Nathan Judah confirmou a rotura total entre o ponta de lança e a equipa técnica.

O trajeto do avançado nigeriano no clube britânico atingiu assim um fim abrupto. O jogador custou 26 milhões de euros na temporada passada, mas encontra-se agora totalmente fora dos planos do timoneiro luso e tem via aberta para sair do clube

Manuel Nascimento

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

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