Publicidade

César Peixoto: «Sair do SL Benfica foi a pior decisão da minha carreira»

João Pedro Barbosa · 1 min

César Peixoto: «Sair do SL Benfica foi a pior decisão da minha carreira»
Foto: Bola na Rede TV

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O último episódio da primeira temporada de Mourinhos vs. Guardiolas não podia ser melhor, pois contámos com a presença de César Peixoto. Antigo treinador e, atualmente, treinador, revelou alguns momentos da sua carreira dos dois lados da moeda no Futebol.

Já com experiência na Segunda Liga na Académica OAF, no Varzim SC e GD Chaves, César Peixoto encontra-se, neste momento, sem clube. Porém, nos momentos onde foi timoneiro das três formações, tentou implementar um futebol de posse e de construção, que não deixou de ser criticado. Apesar das críticas, o jovem treinador vai manter a sua ideia de jogo, mas sabe que tem de afinar algumas lacunas que existem nas suas equipas.

Por Coimbra, encontrou os “estudantes” com vários problemas internos. O agora treinador afirmou que muitos problemas não passam cá para fora e confessou que com o passar do tempo esses problemas interferem na equipa. Contudo, deixou uma possível solução aos “estudantes”: «a Académica OAF vive muito do passado e tem, agora, de projetar o seu futuro».

Treinado por grandes nomes, César Peixoto não se esqueceu de Jorge Jesus. Quando ainda era jogador, o jovem treinador confessou que se arrependeu de ter saído do SL Benfica, onde acabou por ir para o Gil Vicente FC. Com a vinda de Jorge Jesus para os encarnados acabou, inevitavelmente, por ser tocado e César Peixoto confessou: «não tenho dúvida nenhuma que será o treinador ideal para este SL Benfica». Jorge Jesus acabou por influenciar muito o agora treinador, sobretudo no processo defensivo.

César Peixoto revelou que realmente houve abordagens para conseguir treinar, mas não quer entrar novamente no mundo do Futebol. Agora, pretende aprender mais sobre os erros que cometeu nas experiências que teve recentemente e tirar o Nível 4 da UEFA PRO para que, desta forma, esteja mais «formado».

Artigo revisto por Joana Mendes

João Pedro Barbosa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.