Última horaImprensa inglesa revela palavras de Jorge Jesus que deixaram Cristiano Ronaldo furioso
Publicidade

Tema

Anísio Cabral

48 artigos

Benfica

Ser maior aos 17 | Benfica e o Seixal como base

A repetição do milagre interpretado por Anísio no último jogo do Benfica, marcando ao primeiro toque, sublinha a emergência da vaga seixalista campeã mundial, que se assume nos séniores com a mesma vertigem com que ganhou no Catar. José Mourinho fez questão de dizer logo à chegada que havia talento a nascer das pedras na academia benfiquista. Coerentemente, tem valorizado a juventude caseira e vai introduzindo-a como pode nos trabalhos da primeira equipa, tornando-a sustento e alternativa directa a contrariedades de toda a ordem, com a plena consciência que o Terceiro Anel aprova. Os miúdos agradecem e retribuem. Quantos benfiquistas estiveram no título mundial? Nove. Quantos foram titulares? Cinco. E quantos já Mourinho fez estrear com a águia ao peito? Seis, mas nem todos da tal geração sub-17. E às incidências do pré e pós-jogo, dando a experimentar o banco de suplentes, mais cinco. Há muita vida para lá dos milhões e das comissões, surgindo a natural dúvida quanto à necessidade dos valores gastos.

Pedro Cantoneiro · 3 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Dois Toques, Dois Golos | Como Anísio Cabral curou a miopia ofensiva da Luz

O Benfica somou mais três pontos na caminhada da Liga Portugal, mas o triunfo sobre o Alverca deixou no ar mais interrogações do que certezas. Num Estádio da Luz que esperava uma afirmação categórica, a equipa de José Mourinho voltou a evidenciar uma perigosa instabilidade: uma capacidade assinalável de gerar volume ofensivo, contrariada por uma preocupante permeabilidade defensiva e uma ineficácia finalizadora que ameaçou deitar tudo a perder. Valeu a irreverência do banco, personificada no jovem Anísio Cabral, para resgatar uma vitória que o coletivo tardava em segurar. É imperativo analisar a gritante crise de eficácia que afeta o caudal ofensivo do Benfica, onde a dependência excessiva de golos de Vangelis Pavlidis tem limitado a capacidade de fecho dos jogos. Embora a equipa de José Mourinho consiga produzir um volume de ocasiões assinalável, jogadores como Gianluca Prestianni, Georgiy Sudakov e Andreas Schjelderup têm demonstrado uma preocupante falta de «instinto assassino».

David Monteiro · 4 min de leitura
Ler a crónica