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Andebol

Seleção em consolidação no topo | Andebol

A Seleção Nacional de Andebol saiu do Europeu de 2026 de cabeça erguida, com a melhor prestação de sempre e com algo que nem sempre é fácil de conquistar em competições desta dimensão: respeito. Respeito dos adversários, dos adeptos da modalidade e de quem percebe o jogo para lá do resultado cru. Portugal apresentou-se com uma identidade clara, um andebol moderno, intenso, inteligente nos dois lados do campo e, sobretudo, competitivo. Houve qualidade individual, houve organização coletiva e houve personalidade — aquela capacidade de olhar olhos nos olhos seleções historicamente mais fortes e jogar sem complexos. Esta equipa já não vai aos Europeus para aprender; vai para discutir jogos. A vitória frente à tetracampeã mundial Dinamarca foi o pináculo da prestação. Os Heróis do Mar foram os únicos na competição a derrotar a seleção campeã europeia 2026.

Pedro Filipe · 2 min de leitura
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Andebol

EHF EURO 2026: Não há limite para os Heróis do Mar | Andebol

Há campanhas que se avaliam por resultados. Outras mudam definitivamente a forma como um país olha para uma modalidade. A Seleção Nacional de Andebol terminou o Europeu de 2026 num histórico quinto lugar, a melhor classificação de sempre num Campeonato da Europa, mas o que realmente fica é algo maior: a certeza de que o andebol português já não vive de exceções, vive de continuidade, identidade e ambição. Este Europeu (numa organização conjunta entre Noruega, Suécia e Dinamarca) foi palco de mais um capítulo extraordinário de uma geração que insiste em derrubar recordes como quem abre caminhos novos. Depois da melhor participação de sempre até àquele momento no Euro 2020 com um  honroso sexto lugar, da inédita qualificação para os Jogos Olímpicos desse mesmo ano (jogado em 2021 devido à pandemia), e do melhor resultado num Campeonato do Mundo em 2025 com um brilhante quarto lugar, Portugal volta a superar-se. E fá-lo sem surpresa, porque este crescimento deixou de ser episódico, passou a ser estrutural. Os Heróis do Mar já não são uma metáfora romântica. São uma realidade competitiva.

Tiago Campos · 7 min de leitura
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Fórmula 1

Análise às equipas #10: McLaren, a consagração do colosso e o preço da liberdade

A temporada de 2025 da McLaren será recordada como o ano em que a “Fénix de Woking” completou finalmente o seu voo. Dezassete anos depois, o título de pilotos regressou a casa pelas mãos de Lando Norris, acompanhado pelo histórico 10.º Campeonato de Construtores. Foi um ano de supremacia técnica clara, mas também de maturidade estratégica colocada à prova até ao último quilómetro. A McLaren não se limitou a vencer. Definiu o padrão competitivo da Fórmula 1 moderna. Ainda assim, por detrás dos troféus, ficou a sensação de que a equipa esteve perigosamente perto de comprometer o seu domínio por fidelidade excessiva a uma filosofia de equidade absoluta.

Maria Sousa Silva · 3 min de leitura
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