Carlos Vicens analisou o triunfo do Braga frente ao Nottingham Forest. O técnico espanhol destacou a exibição do guarda-redes Lukas Hornícek.
Opinião
Na Pedreira não há Floresta que cresça: Minhotos nunca controlaram mas acabaram por triunfar | Braga 1-0 Nottingham Forest
O Braga passou um teste difícil na passada quinta-feira, ao bater o Nottingham Forest por uma bola a zero. O ruído das eliminações nas taças foi, assim, um pouco abatido e o caminho para as eliminatórias está cada vez mais perto de se confirmar. Ambas as equipas alinharam com onzes pouco habituais, algo que afetou principalmente os ingleses pela falta de avançado, com as lesões de Igor Jesus e Chris Wood. Este foi um fator que mudou por completo o estilo de jogo da equipa de Sean Dyche, como o próprio referiu após a partida. Dan Ndoye foi o homem escolhido para ocupar o eixo do ataque, e a falta de poderio físico e experiência na posição facilitou o trabalho do trio defensivo bracarense. Do outro lado, Carlos Vicens surpreendeu com as escolhas de Gabri Martínez e Diego Rodrigues para o flanco esquerdo. As dinâmicas entre estes elementos confundiram as marcações adversárias, principalmente através de movimentos interiores por parte do brasileiro, surgindo muitas vezes na mesma linha que Gorby Baptiste e Florian Grillitsch. O espanhol oferecia sempre largura e foi em várias ocasiões o desequilibrador, através de arranques no 1v1 contra Nicolò Savona.












