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Campeonato do Mundo

Mundial 2026 | A vitória do futebol coletivo e aparição das últimas danças

Terminado mais um Mundial, é tempo de balanços e de reviver os momentos mais marcantes de uma competição que entrará para os manuais da história do futebol. O Mundial das Américas ficou marcado com excelentes jogos, momentos de futebol coletivo que fez conjuntos nacionais chegarem à vitória, cenas de habilidade individual de um jogador que fez o público regozijar-se de ver e momentos negativos que não deveriam acontecer dentro e fora das quatro linhas. Para começar, além de felicitar pelo triunfo mais que justo, há que mencionar a seleção espanhola. A "La Roja" contou com grupo de jogadores absolutamente único e com um selecionador que conhece o seu ADN como poucos. Uma junção que resultou no melhor rendimento e resultado, além do percurso não ter sido nada fácil (eliminou Portugal, Bélgica, França e Argentina na final). Após um período de quase uma década (2014-2022) em que se assistiu à queda da geração de ouro do futebol espanhol (Xavi, Iniesta, Casillas, Puyol, Xabi Alonso, David Villa, Cesc Fábregas, David Silva ou Fernando Torres) e ao nascimento de novos talentos que ainda precisavam de tempo para crescer e se consolidarem (Rodri, Unai Simón, Pedri, Dani Olmo, Laporte, Marcos Llorente, Ferrán Torres, Nico Williams, Alex Baldé, Fabián Ruiz ou Mikel Oyarzabal), foi necessário passar por uma renovação e reconstrução do futebol de base espanhol.

Jorge Afonso · 9 min de leitura
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Opinião

O Brasil abdicou da bola e foi eliminado; a Inglaterra abdicou da bola e fez história – Diário do Mundial 2026 #25

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  Se alguém trocasse as duas camisolas, muitos pensariam que, exceção feita à altura e à predominância de cabelos loiros, o Brasil jogaria de amarelo e a Noruega de vermelho. Mantendo as camisolas na tonalidade certa, o Brasil equipou de amarelo, mas jogou como muitos esperavam que a Noruega jogasse e a Noruega, vestida de vermelho, jogou como o Brasil outrora já jogou. Também por aí se explicam crescimentos e momentos de crise.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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