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Carlos Vicens

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Braga

Guerreiros do Minho com árduo teste de inglês pela frente | SC Braga X Nottingham Forest

O SC Braga recebe, esta quinta-feira, o Nottingham Forest, num jogo da fase de liga da Liga Europa, que pode ser crucial para o acesso direto aos oitavos de final. Isto porque o encontro colocará frente a frente duas equipas que lutam pelo top-8 da classificação, de modo a poderem evitar dois jogos de play-off: o Braga é sétimo, com 13 pontos, enquanto o Forest ocupa o 11.º lugar, com 11 pontos. Ora, o Braga atravessa uma fase irregular desde o Natal, com apenas duas vitórias nos últimos seis jogos, incluindo um triunfo dramático aos 90+2 minutos no último fim de semana, em Tondela, por 0-1, fruto de uma grande penalidade convertida com sucesso por Rodrigo Zalazar.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
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Força da Tática

Força da Tática | Vitória SC x Braga

O dérbi minhoto entre Vitória SC e Braga ficou marcado por um jogo de adaptação constante entre as duas equipas, onde as ideias iniciais foram sendo ajustadas ao longo dos 90 minutos. Mais do que um confronto de ritmos elevados ou de ataques continuados, foi um encontro em que ambos os conjuntos dificultaram de forma eficaz o jogo apoiado do adversário, obrigando a soluções mais diretas e a uma leitura permanente dos momentos do jogo. O resultado foi uma partida taticamente rica, mas com pouco espaço para conforto na construção, em que cada equipa procurou condicionar os pontos fortes da outra e em que a capacidade de reagir e reajustar comportamentos acabou por ter um peso determinante no desenrolar do encontro.

Edgar Cabrita · 5 min de leitura
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Taça da Liga Portuguesa

Leiria com final à moda do Minho | Vitória SC x SC Braga

Que o futebol é repleto de surpresas, já todos os adeptos da modalidade sabem, mas poucos apostariam, aquando do início da final four da Taça da Liga, que tanto o Vitória SC como o SC Braga, fossem protagonistas de um autêntico “vira minhoto” diante da dupla favorita à conquista da prova (Sporting e Benfica) e carimbassem dois passaportes para o derradeiro embate da competição. O Vitória SC, a principal equipa sensação do torneio, deixou pelo caminho o FC Porto, ainda nos quartos de final em pleno Estádio do Dragão, e mostrou que a sua missão na competição ainda não estava terminada, sentenciando a partida nos minutos finais, diante dos leões, num autêntico golpe de teatro vivido em Leiria. O ‘Ás’ de trunfo de Luís Pinto veio mesmo do banco, com Ndoye a virar herói improvável e as sensações que se vivem agora no conjunto vimaranense é de voltar a levantar um troféu, o primeiro desde 2013.

Inês Flores · 3 min de leitura
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Opinião

A mobilidade do Braga que criou problemas ao Benfica e a importância de Georgiy Sudakov e Fredrik Aursnes na reação das águias

Braga e Benfica protagonizaram um dos jogos mais emocionantes desta temporada na Primeira Liga. As duas equipas empataram a duas bolas, no Estádio Municipal de Braga, num encontro de emoções fortes, a contar para a 16.ª jornada do campeonato. No plano tático, José Mourinho voltou a contar com Leandro Barreiro e lançou o médio luxemburguês no onze inicial depois de dois jogos de ausência por lesão. Tendo em conta o modelo de jogo recente adotado pelo técnico do Benfica, muito por força da ausência de jogadores com um perfil mais desequilibrador, a equipa encarnada passou a privilegiar o processo ofensivo com muitos jogadores pelo corredor central. Aursnes, Sudakov e Leandro Barreiro surgiam próximos, apoiados ainda por Enzo Barrenechea e Richard Ríos. Perante esta concentração de jogadores numa zona tão nevrálgica e importante para a equipa do Braga, Carlos Vicens voltou a recorrer a várias das dinâmicas já utilizadas frente ao FC Porto, tanto na estrutura da equipa como nas escolhas para o onze inicial. Pau Víctor foi novamente titular e teve um papel fundamental. Os primeiros 30 minutos do Braga foram de clara imposição sobre o Benfica, com a equipa minhota instalada em grande parte no meio-campo adversário. Tal como no Estádio do Dragão, Pau Víctor assumiu um papel híbrido, descendo frequentemente no terreno para reforçar o corredor central e funcionar como um quarto ou quinto médio na saída desde trás. Este posicionamento não só criou superioridades num espaço-chave do jogo, como também levantou dúvidas nas referências defensivas do Benfica. Se Otamendi acabasse por ser atraído, o Braga encontrava espaço para explorar a profundidade, através de bolas longas para possíveis ataques ao espaço de Ricardo Horta ou Leonardo Lelo.

Rodrigo Lima · 7 min de leitura
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