O Benfica defronta o Chelsea na segunda jornada da Champions League. Jogo marca o regresso de José Mourinho à competição milionária.
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O Benfica defronta o Chelsea na segunda jornada da Champions League. Jogo marca o regresso de José Mourinho à competição milionária.
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Vai dar muitos problemas às equipas na Champions League
O Nápoles vai receber esta quarta-feira o Sporting na Champions League. Juan Jesus deixou vários elogios aos leões.
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Benfica
Há nomes que resistem ao tempo e há tempos que resistem aos nomes. José Mourinho já foi sinónimo de vanguarda no futebol, de ousadia tática e técnica e de liderança absoluta. Era o homem certo antes de qualquer outro saber qual era a pergunta. Mas, em 2025, a dúvida instala-se: terá Mourinho sido ultrapassado por um futebol que já não joga ao ritmo da sua identidade? Ou será que ainda há espaço para um treinador que se recusa (com rótulo de teimosia em cima da mesa) a abdicar dela? O Legado deste treinador é único. Nos seus primeiros 13 anos de carreira, José Mourinho foi mais do que um treinador de elite, foi uma inspiração pessoal. Um exemplo de como o trabalho, o foco, a inteligência em geral (especialmente a emocional) e a confiança na nossa visão e propósito podem levar alguém ao topo. Era (e é pois, um exemplo assim nunca se apaga) um dos meus ídolos: um líder que transpirava empatia e adversidade em doses idênticas, que falava como poucos e dominava sítio sala onde entrava. Tinha uma comunicação impecável, um carisma inigualável e uma capacidade rara de moldar equipas à sua imagem. Ganhava bonito quando dava — e ganhava feio quando era preciso. Era, simplesmente, um ganhador nato. Os seus FC Porto, Chelsea, Inter e Real Madrid estão na história do futebol indiscutivelmente.