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Campeonato do Mundo

Mundial com 48 seleções, zero tédio: A fase de grupos que calou os críticos

A fase de grupos do Mundial 2026 chegou ao fim e deixou uma certeza: o novo formato veio para ficar. A prova alargada a 48 seleções poderia ter trazido jogos desequilibrados, menor competitividade e algum desgaste competitivo, mas a verdade é que entregou uma primeira fase rica em histórias, surpresas e emoções. Houve favoritos em dificuldades, estreantes a fazer história, potências tradicionais a cair demasiado cedo e candidatos que começam agora a ganhar forma. O Mundial ficou maior. Mas, pelo menos para já, não ficou menos interessante.

Tiago Campos · 7 min de leitura
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Campeonato do Mundo

O Campeonato do Mundo dos holofotes

O Campeonato do Mundo 2026 dificilmente será dos que se vão esquecer, mas talvez por outras razões além das bonitas. Já todos sabemos que este Mundial tem um gosto agridoce por ser o último de dois nomes que marcarão para sempre a história do futebol: Ronaldo e Messi. Além de tantos outros que não sofrem do “mal” de fazer parar países para os ver jogar. Mas ainda não tinha rolado a primeira bola e já se estava a ver que este ia ser o Mundial que mais ia dar que falar nos próximos tempos. Começando pelo facto de ser organizado por três países (Estados Unidos, México e Canadá), sendo que um deles é um dos países com leis de entrada mais apertadas, e que, ao longo do último ano, têm sido incalculáveis as histórias de pessoas que não conseguem passar pelo controlo de fronteiras, mesmo tendo tudo organizado. Como tal, o facto das primeiras notícias terem sido precisamente sobre mães, familiares, amigos, namorados e, pasmem-se, os próprios jogadores não terem consigo o visto para entrar nos Estados Unidos, deixa o total de 0 pessoas surpreendidas.

Francisca Marafona Graça · 4 min de leitura
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As mais lidas hoje

O que toda a gente está a ler agora.

Campeonato do Mundo

Mundial 2026 | A grande antevisão

Há momentos no desporto que transcendem fronteiras, idiomas e culturas. A cada quatro anos, o futebol oferece um desses raros instantes em que o planeta parece mover-se ao mesmo ritmo. As rivalidades dos campeonatos nacionais ficam temporariamente suspensas, os debates dividem famílias e grupos de amigos, as bandeiras reaparecem nas varandas e as ruas enchem-se de esperança. Durante pouco mais de um mês, o mundo inteiro passa a olhar na mesma direção. É tempo de Mundial de Futebol. Entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, os olhos de milhares de milhões de pessoas estarão voltados para a América do Norte, palco daquela que promete ser a mais ambiciosa edição da história da competição. Pela primeira vez, três países partilham a organização do maior evento de seleções do futebol mundial. Estados Unidos, Canadá e México unem-se para receber um torneio que marcará uma nova era, não apenas pela dimensão geográfica, mas também pela transformação profunda do formato competitivo.

Raul Saraiva · 38 min de leitura
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Seleção Nacional

O que vai mudar em Portugal com os jogos de preparação na América?

A dupla jornada de preparação da seleção de Portugal em solo norte-americano deixou mais do que resultados para análise. O empate a zeros frente ao México e a vitória por 0-2 diante dos Estados Unidos ofereceram pistas claras sobre o que poderá e deverá mudar na equipa das quinas à medida que o Mundial se aproxima. Não tanto ao nível do onze-base, mas sobretudo na forma como Portugal quer jogar. Desde logo, ficou evidente que Portugal continua a sentir dificuldades quando enfrenta blocos organizados e fisicamente intensos. Frente ao México, a equipa revelou uma circulação previsível, com pouca rutura e escassa criatividade no último terço. A posse de bola, muitas vezes estéril, não se traduziu em verdadeiro perigo. Este não é um problema novo, mas voltou a ser exposto, sem espaço, Portugal ainda tem dificuldades em desmontar defesas compactas.

Samuel Pinho · 3 min de leitura
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Opinião

A eficácia lusa em Atlanta | Estados Unidos 0-2 Portugal

A deslocação de Portugal aos Estados Unidos terminou com um triunfo que, sendo confortável no marcador, pouco esclarece em relação ao verdadeiro momento da equipa orientada por Roberto Martínez. A pouco mais de dois meses do Mundial, esperava-se uma seleção mais próxima daquilo que pretende ser em competição, mas o que se viu, sobretudo na primeira parte, ficou aquém desse cenário. Os primeiros 45 minutos foram reveladores de várias fragilidades. Desde logo, na construção, onde Portugal mostrou dificuldades em sair a jogar com critério. Gonçalo Inácio esteve longe da segurança habitual, acumulando decisões precipitadas e execuções pouco eficazes. A equipa tornava-se previsível, incapaz de ligar setores com consistência, e isso refletiu-se num ataque posicional praticamente inofensivo.

Samuel Pinho · 2 min de leitura
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