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Rodrigo Ribeiro, Salvador Blopa e Flávio Gonçalves: o futuro de Alvalade joga-se em Alcochete | Sporting
Rui Borges não empreendeu uma revolução total, mas mudou muitas peças tal como lhe era exigido. A seriedade da Taça de Portugal não convida a displicências, mas um Marinhense num absoluto caos organizacional – apesar da boa e organizada réplica em Alvalade – era o convite perfeito para mudanças no Sporting. As revoluções desta época, empreendidas diante do Alverca na Taça da Liga e agora contra o Marinhense, dão uma certeza ao Sporting. Havendo alguma onda de lesões que se aproxime da razia que o plantel dos leões sofreu na última época, há muito maior capacidade da equipa se reinventar. Para lá da profundidade maior em todos os setores, há na equipa B alguns pontos diferenciais. Desde logo, a base manteve-se e está um ano mais velha. Só por aí, os jogadores estão mais preparados para, se necessário, assumir protagonismo em palcos mais elevados. Depois, o nível da Segunda Liga, permite uma maior competitividade em palcos maiores. Após anos consecutivos na Liga 3, o segundo escalão português – onde a participação leonina vem sendo meritória – permite um aproximar de realidades e uma redução do choque quando o nível do adversário sobe. Estes dois fatores, a que Rui Borges é 100% alheio, têm sido bem aproveitados para o técnico ganhar opções.



