Publicidade

Tema

Francesco Farioli

985 artigos

Opinião

Alberto Costa e João Mário, trocas e baldrocas, quem sai a ganhar?

Uma das negociações fantasma (pela ausência de rumores) e em tempo recorde de André Villas-Boas desde que chegou à presidência do Porto, levou a uma, ainda que não monetariamente direta, troca de laterais direitos com a Juventus. João Mário, que representava os dragões desde 2009/2010, quando chegou da Sanjoanense, clube da cidade de São João da Madeira de onde é natural, para os sub-10 azuis e brancos, rumou à Juventus.

Rodrigo Silva · 2 min de leitura
Ler a crónica
FC Porto

5 vendas obrigatórias do FC Porto no mercado

O verão de 2025 promete ser o mais agitado dos últimos anos no Estádio do Dragão. Com a entrada de Francesco Farioli no comando técnico, a estrutura do FC Porto está empenhada em desenhar uma equipa à imagem do novo treinador, cuja matriz tática privilegia a organização, a posse estruturada e o controlo dos ritmos de jogo. Num contexto desportivo cada vez mais exigente e financeiramente delicado, a SAD portista enfrenta o desafio de reequilibrar contas sem comprometer a competitividade, levando à necessidade de tomar decisões firmes, algumas delas impopulares, mas inevitáveis. O plantel será alvo de uma renovação cirúrgica, ajustada às ideias do técnico italiano, mas também à realidade do clube, que não pode continuar a suportar ativos que não acrescentam rendimento imediato ou se afastaram do rigor exigido internamente.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
Ler a crónica
FC Porto

Um Farioli para chegar a bom Porto

André Villas-Boas aposta num Farioli para chegar a bom Porto. O treinador italiano de 36 anos sucede a Martin Anselmi depois de trabalhos bem sucedidos e entusiasmantes na França e na Holanda, ao serviço do Nice e Ajax, respetivamente. Na verdade, o cenário que Francesco Farioli encontra agora no FC Porto é semelhante ao que encontrou tanto no Nice como no Ajax, isto é, um cenário quase apocalíptico desportivamente, delineado por uma equipa em reconstrução ativa e sem identidade. No entanto, é na invicta onde irá encontrar uma maior pressão de colocar o clube a ganhar novamente, e depressa.

Rui Gonçalves · 6 min de leitura
Ler a crónica