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Tema

Franck Haise

21 artigos · último

Braga

Minhotos buscam o topo e gauleses procuram sobreviver | Nice x Braga

A consistência durante uma época desportiva é tão ou mais importante do que o seu começo para que o final seja com os resultados desejados. Embora existam bastantes diferenças entre as duas equipas, tal processo está a mostrar-se adequado para o Nice e Braga esta época. Os franceses porque precisam de entrar num percurso consistente para ainda salvar a época e os “guerreiros do Minho” porque está a passar pelo mesmo para reverter os (alguns) desaires que já sofreu na presente temporada. No entanto, é importante notar que grande parte da irregularidade dos bracarenses nos resultados, verificou-se no campeonato nacional (derrotas com Gil Vicente e CD Nacional, empates com AFS e Rio Ave). Além de se manter de pé nas restantes competições nacionais (oitavos de final da Taça de Portugal e meia-final da Taça da Liga), a equipa de Carlos Vicens está a ser das melhores na fase de liga da UEFA Europa League. Após três eliminatórias ganhas com clareza (Levski Sofia 1-0 após prolongamento, CFR Cluj por 4-1 e Lincoln Red Imps por 9-1), os bracarenses cedo se colocaram topo da tabela ao vencer duelos contra adversários relevantes e com nome nos seus países (1-0 caseiro ao Feyenoord, 2-0 em Glasgow ao Celtic e 2-0 caseiro ao Estrela Vermelha). Uma sequência de resultados que permitiu à equipa de Carlos Vicens se colocar em posição privilegiada para seguir para os oitavos de final da competição. Apesar de um desaire caseiro contra o Genk (3-4) e uma perda de pontos no terreno de um adversário poderoso (1-1 contra o Glasgow Rangers).

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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FC Porto

Sensação de dever cumprido | FC Porto 3-0 Nice

Não havia muitos pretextos para justificar uma possível perda de pontos do FC Porto contra o Nice, ‘lanterna-vermelha’ da Europa League e que tinha de derrotas contra o Marselha e o Metz, equipa na luta pela manutenção na Ligue 1. E mal o árbitro tinha apitado, quaisquer dúvidas sobre o favoritismo dos dragões caiu por água abaixo. Naquele que foi o reencontro de Farioli com a antiga equipa, que treinou há duas épocas, assim com Pablo Rosario, contratado esta época ao emblema francês, começou como central no 4-3-3 do técnico italiano.

Miguel Vete · 3 min de leitura
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FC Porto

Dragões querem voltar a vencer, gauleses querem começar | FC Porto x Nice

No Estádio do Dragão joga-se, esta quinta-feira, uma partida decisiva para ambas as equipas. O FC Porto precisa de regressar às vitórias para voltar a ganhar embalo rumo à próxima fase da competição, enquanto o Nice procura desesperadamente inverter um ciclo altamente negativo de resultados. Começando pela equipa da casa. O FC Porto tem-se apresentado até agora como um conjunto intenso, organizado num bloco médio-alto, que procura recuperar rapidamente a bola e acelerar pelos corredores através de transições fortes, além de líder invicto na Liga Portuguesa. Na vertente europeia, depois de um início promissor e dominador, começaram a surgir alguns percalços e vitórias mais sofridas. Esse padrão tem-se refletido também na atual edição da UEFA Europa League. Os dragões somam duas vitórias difíceis frente ao Red Bull Salzburg e ao Estrela Vermelha, mas também dois desaires distintos diante do FC Utrecht e do Nottingham Forest. Ou seja, após um arranque encorajador e ainda que com exibições algo cinzentas, seguiram-se cinco pontos perdidos em duas deslocações (Inglaterra e Países Baixos) que complicaram aquilo que poderia ter sido um percurso mais tranquilo nesta fase inicial da competição.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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FC Porto

Pablo Rosario | A saída turbulenta de Nice e o protagonismo no FC Porto

Desde que chegou ao Dragão, Pablo Rosario tem sido uma das grandes novidades do elenco de Francesco Farioli. Certamente que não é a primeira vez onde vimos o técnico italiano a recrutar jogadores que já monitora de perto ou mesmo treinou, uma vez que o Porto incorpora muitas semelhanças em termos de organização tática do seu Ajax da temporada passada. Entre os jogadores recrutados dos quais partilha um histórico, destaque para Luuk de Jong e Pablo Rosario. O ex-internacional pelos Países Baixos - jogou 45 minutos num amigável frente à Bélgica - já esteve sob as ordens de Farioli quando este orientava o Nice, sendo uma chave principal no futebol de posse e a linha alta do clube. Foi com Farioli que conseguiu também ajudar o Nice a qualificar-se para a Liga Europa, em 2023/24, com o clube francês a terminar em quinto lugar na Ligue 1.

Miguel Vete · 3 min de leitura
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Opinião

Acabar o trabalho | Benfica x Nice

Depois de um jogo morno na França, o Benfica quer acabar o trabalho na Luz, a par e passo que o Nice quer operar uma remontada histórica e continuar a sonhar com um lugar na competição milionária. Mesmo com uma primeira mão em ritmo de treino, ficou notório que existe uma diferença na qualidade individual entre as duas equipas, favorecendo o Benfica. Com uma vantagem de dois golos e a jogar no seu estádio, à frente da sua gente, é difícil não prever este jogo como uma mera formalidade, mas é esta soberba que o Benfica quer evitar e manter a seriedade e índices competitivos para fechar a eliminatória. Do lado do Nice, a displicência de Moffi em casa custou-lhes a oportunidade de trazer um bom resultado para Lisboa e, depois de perder o melhor marcador Guessand para o Aston Villa, quer tentar marcar cedo no encontro da segunda mão para reanimar a eliminatória. Não tenho grandes dúvidas que o 11 titular que Bruno Lage apresentou na França será a equipa base do Benfica esta temporada, isto se se confirmar a saída de Akturkoglu e a permanência de Pavlidis no plantel. Enquanto Bruno Lage procura no dicionário o significado da palavra ‘criativo’, cada jogo que passa é mais um teste aos encarnados da sua ‘criatividade coletiva’ e qual o nível do poder de fogo que dispõem para desmontar os blocos baixos que enfrentarão ao longo da temporada.

Rui Gonçalves · 7 min de leitura
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Benfica

Começa a disputa pelos milhões | Nice x Benfica

O primeiro troféu da temporada já tem lugar reservado no museu do Benfica, no Estádio da Luz, mas a exibição na Supertaça não foi particularmente convincente. Percebeu-se que a preparação da época ainda não está “no ponto” e o domínio do jogo dependeu muito do que ia acontecendo, mais do que do plano delineado pelos treinadores. Ainda assim, começar com um título é sempre motivador e o Benfica poderá apoiar-se no desfecho do derby para criar confiança. Quanto a ideias táticas, Bruno Lage lançou a equipa num 4-2-3-1 algo conservador, que cumpriu o objetivo de segurar as primeiras investidas leoninas. Tendo em conta as características do Nice e o favoritismo quase unânime atribuído ao Benfica, é possível que o 4-3-3 esteja de volta no próximo encontro. A participação no Mundial de Clubes e a pré-época mais curta será certamente um fator, mas não poderá ser uma desculpa para as águias.

João Pedro Santos · 4 min de leitura
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