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Julian Schuster

13 artigos · último

Europa League

Tudo ou nada em Istambul | Aston Villa x Friburgo

O percurso do Aston Villa até esta final confirmou aquilo que muitos já suspeitavam. O projeto liderado por Unai Emery deixou de ser apenas uma surpresa agradável da Premier League para se transformar numa verdadeira potência europeia emergente. A experiência do técnico espanhol em competições continentais voltou a fazer a diferença, especialmente nos momentos de maior pressão, onde a equipa inglesa revelou maturidade competitiva, capacidade de sofrimento e enorme eficácia nos dois momentos do jogo. Com uma construção organizada desde trás, um meio-campo fisicamente dominante e muita qualidade no último terço, o Aston Villa chega à final apoiado numa dinâmica ofensiva extremamente perigosa. Jogadores como Ollie Watkins ou Morgan Rogers oferecem criatividade, profundidade e imprevisibilidade a uma equipa que sabe adaptar-se a diferentes contextos de jogo.

Samuel Pinho · 4 min de leitura
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Opinião

Quem treina o Friburgo fica ‘viciado’: as poucas mudanças de técnicos nos alemães

FRIBURGO NA BRISGÓVIA- No futebol contemporâneo a mudança de treinador transformou-se em algo comum, com várias razões para que a mesma suceda. A mais comum é a falta de resultados, com as direções cada vez mais impacientes, exigindo o máximo de vitórias possível, mesmo quando um projeto está no começo, ou existe um processo de revolução. Há cada vez menos tempo para um técnico mostrar o que vale, moldar um elenco, impor a sua ideia. Em casos extremos, como no Brasil, chegamos a ver equipas a mudarem de líder três ou quatro vezes por temporada. Na Europa, o fenómeno não é tão recorrente. Ainda assim, em Portugal existem algumas equipas que mudaram de técnico pelo menos duas vezes: Tondela e Estrela da Amadora são dois exemplos, mas há mais. Na Alemanha há mais paciência, mas o chicote também funciona. Contudo, na Floresta Negra existe um fenómeno especial, quase digno de outros tempos, quando os treinadores conseguiam estar quase uma década na liderança de um projeto. Nisto, o Friburgo ficou ‘atrás no tempo’. Desde 1991, a equipa germânica contou apenas com cinco treinadores:

Ricardo João Lopes · 4 min de leitura
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Braga

Dá para sonhar? | Braga x Friburgo

Ainda dá para sonhar ou já se paga imposto? O Braga repete o feito de 2010/2011 e chega novamente a uma meia-final europeia. Há 15 anos, o caminho fazia-se com velhos conhecidos, sendo que Benfica e Porto foram as oposições dos bracarenses às aspirações europeias- depois de ultrapassarem os rivais de Lisboa, caíram perante os nortenhos. Agora é diferente e os adversários são quase inéditos e de terras lá longe do Minho. Em setembro, era impossível pensar que Carlos Vicens deixaria os arsenalistas a sonhar com a conquista da Liga Europa, mas agora, em final de abril, é uma séria possibilidade. Ainda que não haja favoritos neste tipo de jogos, o Braga já leva bagagem nestas fases e, individualmente, não fica a dever a esta equipa alemã. Com a segunda mão fora de portas, o jogo na Pedreira é mais importante do que nunca.

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
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