Última horaFrancesco Farioli com vários elogios: «É uma grande pessoa e um grande profissional»
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Acerto de calendário com o topo no horizonte | Moreirense x Benfica

O Moreirense recebe, esta quarta-feira, o Benfica, num encontro relativo à 3.ª jornada da Primeira Liga, adiado devido à participação dos encarnados no play-off de acesso à Europa League. Em habitual dia de Champions, a formação benfiquista entra, assim, em campo com a possibilidade de somar mais três pontos, chegar aos 13 e aproximar-se do Sporting, atual segundo classificado, sem perder de vista a liderança isolada do FC Porto, adversário que defrontará, fora de portas, na 7.ª jornada do campeonato.  Ora, o Moreirense chega a este encontro precisamente depois de uma prestação bastante competitiva e louvável no Estádio do Dragão, onde perdeu, apenas por 2-1, diante do FC Porto. A equipa orientada por Vasco Botelho da Costa terá, contudo, pela frente um desafio adicional relacionado com essa tal menor margem de recuperação entre partidas, uma situação menos habitual para um plantel que não está tão rotinado a disputar encontros com apenas alguns dias de intervalo.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
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Opinião

Olhar tático ao FC Porto x Moreirense: como Vasco Botelho da Costa condicionou a construção dos dragões e a resposta de Francesco Farioli na segunda parte

Em vésperas da estreia na Champions League, o FC Porto recebeu o Moreirense e venceu por 2-1, num encontro em que a equipa de Moreira de Cónegos apresentou uma abordagem estratégica diferente e, de certa forma, inovadora para tentar condicionar a construção portista. Vasco Botelho da Costa preparou a sua equipa para controlar o homem livre e, através de uma estrutura em 5-2-3 num bloco médio/baixo, procurou também retirar ao FC Porto a possibilidade de explorar a profundidade. Nesse sentido, a estratégia revelou-se particularmente eficaz durante a primeira parte, período em que o FC Porto sentiu dificuldades para encontrar soluções de progressão e, por diversas vezes, teve de recorrer à bola longa de Kiwior e Bednarek para ultrapassar a primeira fase de pressão. Nessa primeira fase de pressão, Manuel Mendonça e João Veloso assumiram um papel fundamental na estratégia do Moreirense. Apesar de serem médios de origem, os dois posicionavam-se mais abertos, praticamente como extremos, e eram os primeiros responsáveis por iniciar a pressão sobre os centrais do FC Porto. Consoante o lado da bola, era Manuel Mendonça ou João Veloso quem saltava ao central com bola, procurando condicionar a sua ação e, simultaneamente, fechar a linha de passe para o lateral.

Rodrigo Lima · 20 min de leitura
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