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Rafa Silva

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Opinião

5 jogadores que podem decidir o Benfica x FC Porto

Joga-se este domingo, no Estádio da Luz, a 25.ª jornada da Liga Portuguesa que coloca frente a frente Benfica e FC Porto. Entre dois históricos do futebol nacional, espera-se um encontro de grande intensidade, como é tradição sempre que estas duas equipas se encontram. Habitualmente, os clássicos entre águias e dragões são marcados pelo equilíbrio competitivo, pela exigência tática, emoção e por momentos de grande qualidade coletiva e individual, em que qualquer detalhe pode acabar por fazer a diferença no resultado. Embora cada um dos emblemas apresente os seus trunfos, as diferenças de abordagem prometem um duelo estratégico interessante. Visto só a vitória interessar, a equipa orientada por José Mourinho deverá procurar assumir maior protagonismo ofensivo, tentando impor a sua estratégia e pressionar os dragões, sustentada também pela invencibilidade na Liga, o que reforça a confiança do conjunto encarnado. Já o coletivo portista tenderá a apresentar-se mais coeso e organizado do ponto de vista defensivo, privilegiando a solidez coletiva e a capacidade de explorar eventuais lacunas do adversário em momentos de transição ou de recuo coletivo.

Jorge Afonso · 4 min de leitura
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Benfica

Dois Toques, Dois Golos | Como Anísio Cabral curou a miopia ofensiva da Luz

O Benfica somou mais três pontos na caminhada da Liga Portugal, mas o triunfo sobre o Alverca deixou no ar mais interrogações do que certezas. Num Estádio da Luz que esperava uma afirmação categórica, a equipa de José Mourinho voltou a evidenciar uma perigosa instabilidade: uma capacidade assinalável de gerar volume ofensivo, contrariada por uma preocupante permeabilidade defensiva e uma ineficácia finalizadora que ameaçou deitar tudo a perder. Valeu a irreverência do banco, personificada no jovem Anísio Cabral, para resgatar uma vitória que o coletivo tardava em segurar. É imperativo analisar a gritante crise de eficácia que afeta o caudal ofensivo do Benfica, onde a dependência excessiva de golos de Vangelis Pavlidis tem limitado a capacidade de fecho dos jogos. Embora a equipa de José Mourinho consiga produzir um volume de ocasiões assinalável, jogadores como Gianluca Prestianni, Georgiy Sudakov e Andreas Schjelderup têm demonstrado uma preocupante falta de «instinto assassino».

David Monteiro · 4 min de leitura
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Benfica

Análise ao mercado de Inverno do Benfica

O mercado de inverno do Benfica encerrou sem as movimentações de que muitos adeptos esperavam. Num mês onde se criou a expectativa de um ataque forte para corrigir a trajetória da época, a realidade é que Rui Costa e Mário Branco protagonizaram um mercado longe do desejado. A mensagem para a segunda metade da época é clara: José Mourinho terá de ir à guerra com armas que não escolheu. Como é sabido, a construção deste plantel no verão não teve a mão de José Mourinho. Por isso mesmo, esta janela de transferências representava a oportunidade para trazer jogadores com a cara do treinador e colmatar lacunas. No entanto, a direção optou pela cautela financeira face à incerteza da entrada na Champions League e à distância pontual na Primeira Liga, desperdiçando o momento para ajustar o perfil da equipa às exigências do treinador.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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