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Sidny Cabral

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Opinião

O direito do Estrela da Amadora em vender bem

O Estrela da Amadora encontra-se a cumprir a sua terceira temporada consecutiva na Primeira Liga, depois de vários anos longe dos holofotes, batalhando por objetivos menores. O projeto encontra-se numa fase de afirmação e consolidação no principal escalão, ainda que o primeiro objetivo passe pela manutenção, pelo menos em 2025/26. Contudo, os tricolores caminham em frente e a longo prazo podem sonhar com algo mais, como emblemas que neste momento se encontram noutro patamar, como o Famalicão, Moreirense ou Estoril Praia, que já olham (ou pelo menos deviam) para a batalha pelo top 10 como o mínimo dos mínimos. Ainda assim, sabemos que a Primeira Liga nos traz surpresas todos os anos. Numa época, estás a lutar pelo acesso às competições europeus, no outro, vês-te envolvido na batalha da manutenção, que por vezes conta com 'protagonistas surpresa'. Tudo está relacionado com os projetos e como se olha para o futuro de uma instituição. O Estrela da Amadora tem objetivos a curto prazo, mas não deixa o médio e o longo ‘na gaveta’. Na Reboleira, há uma evolução facilmente visível desde 2023/24. Sérgio Vieira tinha como objetivo a manutenção e conseguiu alcançá-lo. Em 2024/25, foi a vez de José Faria liderar o balneário no final da época, com a equipa a alcançar novamente a continuidade.

Ricardo João Lopes · 6 min de leitura
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Benfica

Análise ao mercado de Inverno do Benfica

O mercado de inverno do Benfica encerrou sem as movimentações de que muitos adeptos esperavam. Num mês onde se criou a expectativa de um ataque forte para corrigir a trajetória da época, a realidade é que Rui Costa e Mário Branco protagonizaram um mercado longe do desejado. A mensagem para a segunda metade da época é clara: José Mourinho terá de ir à guerra com armas que não escolheu. Como é sabido, a construção deste plantel no verão não teve a mão de José Mourinho. Por isso mesmo, esta janela de transferências representava a oportunidade para trazer jogadores com a cara do treinador e colmatar lacunas. No entanto, a direção optou pela cautela financeira face à incerteza da entrada na Champions League e à distância pontual na Primeira Liga, desperdiçando o momento para ajustar o perfil da equipa às exigências do treinador.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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