Publicidade

Os 5 melhores jogadores sub-23 da Liga Francesa

Mário Silva da Costa · 3 min

Mbappé Liga Francesa
Foto: Paris Saint-Germain FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Para qualquer apreciador de futebol, é sempre um prazer ver jovens de tenra idade a espalhar classe nos relvados por essa Europa fora. Hoje vamo-nos focar na Liga Francesa e analisar cinco prodígios com menos de 23 anos que têm estado em destaque.

5.

Sven Botman – Ao longo destas últimas épocas, o LOSC Lille tem sido um dos emblemas que se tem apresentado a melhor nível na Liga Francesa. Em parte, este sucesso deve-se a um forte departamento de prospeção, que tem permitido ao emblema francês contratar grandes talentos jovens. Um exemplo disso mesmo é Sven Botman. O defesa-central holandês de 21 anos formado no AFC Ajax foi uma das contratações do Lille para esta temporada, e foi claramente um tiro certeiro. Leva já 33 jogos no campeonato, ao serviço da equipa com a melhor defesa da prova. Um nome para seguir atentamente.

4.

Boubacar Kamara – Aos 21 anos, é um nome algo familiar já para quem acompanha o futebol francês. Está na quinta época ao serviço da equipa principal do Olympique Marselha. Esta temporada, o médio francês internacional sub-21, que também pode alinhar como defesa-central, soma já 39 presenças ao serviço do emblema marselhês. Na Liga Francesa, são já 2581 minutos. A ter em atenção.

3.

Houssem Aouar – Uma das principais referências do Olympique Lyonnais, mesmo apesar de ser bastante jovem. Aos 22 anos, este médio com dupla nacionalidade, francesa e argelina, é já internacional A pela seleção gaulesa. Vai também na quinta época ao serviço da equipa principal do Lyon, clube no qual fez toda a formação, sendo que todas as épocas, sobretudo na Liga Francesa, tem apresentado registos de golos e assistências interessantes para um jogador da sua posição. Mais um craque a não perder de vista.

2.

Eduardo Camavinga – Um dos nomes mais promissores do futebol francês da atualidade. Aos 18 anos, Camavinga é internacional A por França, estando já na terceira época a jogar na equipa principal do Stade Rennais FC. Esta época, o médio centro está a repetir os níveis de regularidade apresentados na Liga Francesa da temporada passada, tendo alinhado até ao momento em 32 jogos para o campeonato. Nascido em 2002, Camavinga é um nome familiar mesmo para aqueles que não seguem assim tão atentamente o futebol francês, e garantidamente vai ser um nome ainda mais sonante no futuro.

1.

Kylian Mbappé – Não é necessário acrescentar grande coisa: o maior. Não tenho dúvidas de que será um futuro Bola de Ouro. E acredito que é, até hoje, o único atleta transferido por uma verba acima dos 100 milhões de euros que verdadeiramente compensou o investimento. Às vezes, as exibições de Mbappé dão quase vontade de dizer que saiu barato. Eu cá só agradeço o privilégio de o ver jogar.

Mário Silva da Costa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.