Publicidade

Davide Astori: Um dia trágico para o futebol

Diogo Grácio · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O desporto ficou marcado no dia de ontem, desta vez pela negativa: Davide Astori, jogador de 31 anos e internacional italiano, foi encontrado morto na manha do passado dia durante o estágio da ACF Fiorentina para o jogo contra a Udinese Calcio.

O futebol e o desporto perderam, assim, mais um atleta que representou quatro clubes da Liga Italiana durante a sua carreira. Mostramos-te um pouco da carreira do capitão da equipa viola e do seu percurso enquanto atleta de alta competição

O defesa central italiano começou a sua curta carreira em Milão, onde representou o AC Milan entre 2006 e 2008. A sua estreia no futebol profissional não foi muito feliz, uma vez que não teve muitas oportunidades para se mostrar aos adeptos milaneses e acabou por ser emprestado a equipas de escalões inferiores. Depois de 60 jogos na terceira divisão italiana, regressou à Primeira Liga em 2008 para representar o Cagliari Calcio onde disputou 179 anos. Foi aqui que começou a mostrar a sua qualidade e onde captou o interesse dos maiores clubes de Itália, principalmente a AS Roma e a Juventus FC.

Fonte: ACF Fiorentina

Contudo, também chegou a ser emprestado, mas, desta vez, para clubes superiores ao Cagliari: AS Roma e ACF Fiorentina. Em 2016 foi transferido em definitivo para a Fiorentina, por uma verba de 3,5 milhões de euros, clube que representava até ao dia de ontem. O italiano chegou a ser convocado para a seleção A de Itália, pelo António Conte, atual treinador do Chelsea FC e que era na altura o selecionador italiano, e terminou o seu percurso com 14 internacionalizações pela Squadra Azzurra.

Os jogos da Liga Italiana, do fim de semana, foram adiados e têm sido feitas homenagens por todo o mundo ao Davide Astori, o eterno Capitano.

 

Foto de Capa ACF Fiorentina

Diogo Grácio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.