
Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
Com a Liga Portuguesa de Basquetebol cada vez mais próxima dos nossos horizontes, o Bola na Rede realizou um guia das 12 equipas presentes na competição. Optamos por dar uma nota sobre a equipa no seu cômputo geral, sobre as principais contratações, e – num parâmetro mais arrojado – prever/destacar a estrela de cada equipa.
Começamos por ordem decrescente conforme a classificação da temporada regular 2020-2021.
Ou seja, a nossa «maré de artigos» irá iniciar o seu itenerário na cidade da Póvoa, com o guia do atual campeão da Proliga e recém promovido CD Póvoa, e irá chegar a bom porto em Lisboa, com o guia do atual campeão nacional – Sporting CP.
Finalmente, o campeão nacional! Aqui fica o guia dos leões para a época 21-22.
Foto de capa: Diogo Cardoso / Bola na Rede
SPORTING CP
Classificação final época 2020-2021: 1º
Treinador: Luís Magalhães

A época 2020-2021, apesar das suas vicissitudes face à pandemia, revelou-se histórica para os leões. A equipa orientada por Luís Magalhães venceu um campeonato que escapava há 39 anos (resultado da ausência dos leões na modalidade) e, agora, procura demonstrar que a época transata não foi um caso isolado.
Sob linhas orientadoras bem definidas, o Sporting CP revelou ser uma das equipas mais agressivas, elétricas e estonteantes de poder observar no nosso campeonato e, este ano, a tónica não deve ser diferente.
Entre os aspetos chave que permitiram aos leões erguer o troféu de campeão nacional, sublinho a voracidade defensiva. Com uma armadilha bem montada a meio-campo, ou um pressing intenso a campo-inteiro, os leões asfixiavam o adversário e davam luz verde e tranquilidade para os principais jogadores operarem no meio-campo ofensivo.
O plantel sofreu algumas mudanças, mas as peças que entraram, vêm encaixar que nem uma luva no sistema do técnico português.
AS PRINCIPAIS CONTRATAÇÕES
Com as saídas de jogadores chave como Elissor, John Fields ou Shakir Smith, o Sporting CP olhou para o mercado interno com bons olhos, e conseguiu soluções bastante interessantes. O plantel ainda aparenta estar incompleto, porém, até ao momento, já podemos visionar as principais contratações dos leões.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Primeiramente, na posição um – Miguel Maria Cardoso. O ex-SL Benfica, que vem de duas experiências no estrangeiro, entra para lutar pelo lugar de Diogo Ventura e revela-se como sendo um jogador eletrizante e explosivo. No fundo, um jogador irreverente que faz o balanço entre um base das características de Diogo Ventura e Shakir Smith.
Na última temporada, pela equipa islandesa do Valur, o base de 28 anos registou 15.5 pontos, 5.5 assistências e 4.1 ressaltos por jogo.
Depois, para colmatar a saída de Elissor, o Sporting CP procurou internamente um jogador de registo semelhante. O designado foi Tanner Omlid. O jogador foi uma das principais referências do Imortal Basket na época passada e, se tudo correr dentro da normalidade, será uma das principais caras deste Sporting CP 2021-2022.
🗣 “Vamos dar tudo, simplesmente. Daremos o máximo em cada jogo”.
🏀 Extremo | ℹ️ 27 anos | 🔚 Imortal BC
✍️ Bem-vindo, Tanner Omlid
👉 https://t.co/0SBfQsJjyT#BasquetebolSCP pic.twitter.com/Sndg2Y8ydH— Sporting CP – Modalidades (@SCPModalidades) July 17, 2021
Por fim, para a posição de poste, o Sporting CP encaixou várias caras novas, mas destaco uma que ficou bastante reconhecida na época transata e que se apresenta como uma certeza: Mike Fofana. Não apresenta um físico tão robusto como o de Fields, mas tem características semelhantes, e em termos atléticos será mais um jogador de grande acréscimo para Luís Magalhães.
Nota ainda para Daniel Relvão e António Monteiro, duas contratações internas que serão duas boas dores de cabeça para o treinador luso e que, diga-se, representam um upgrade no que toca às opções a partir do banco comparativamente à temporada passada.
A ESTRELA

Travante Williams, 28 anos. É peça chave e encaixa de forma perfeita no modelo de jogo de Luís Magalhães. É um «osso duro de roer» para qualquer adversário nos dois lados de campo.
Defensivamente é daqueles que «vai a todas», sendo que tem um instinto que lhe permite recuperar várias bolas no decorrer da partida. Ofensivamente, por outro lado, diferencia-se pela capacidade de explosão a partir do drible e pela facilidade de trabalhar no 1vs1, e em transição ofensiva.
Será, com toda a certeza, mais uma época de muitos brilharetes para o norte americano.













