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Mais um dia de descanso, mais uma “atualização” sobre o que se tem passado na prova mais mediática do ciclismo mundial.

Chris Froome mantém a camisola amarela, tendo apanhado ainda um grande “susto” na etapa do Mont Ventoux, quando, em circunstâncias normais, provavelmente até teria “fechado” a discussão da camisola amarela nessa etapa. Mas já lá vamos a esse dia.

Além disto, noutros “campeonatos”, Peter Sagan e Mark Cavendish mostraram-se como os nomes mais em foco a seguir ao próprio camisola amarela. Ambos procuram tirar o primeiro lugar a dois históricos ciclistas em duas vertentes importantes. Para quem não estiver a par, mais à frente, perceberão melhor.

O português Rui Costa tem continuado a tentar entrar em fugas e vencer etapas, até mesmo lutar pela camisola da montanha, mas, até agora, tem sido complicado. Ainda assim, é de se esperar que consiga ter uma “história mais feliz” nesta última semana, acredito que sim.

Voltando a fazer um “apanhado geral” pelas etapas, a décima etapa teve, novamente, uma fuga a ser bem-sucedida. Nessa mesma fuga conseguiram entrar nomes como Matthews, Sagan ou Hagen, portanto, sprinters/puncheurs. Tendo em conta a grande subida inicial mas depois o percurso mais “acessível” até ao fim, seria de prever que ciclistas assim pudessem entrar na fuga e vencer a etapa. Também ciclistas como Rui Costa, Mikel Landa ou Vincenzo Nibali conseguiram o “seu lugar” na fuga.

No final, devido a cortes e alguns ataques, os homens mais rápidos superiorizaram-se aos homens mais de montanha e discutiram a etapa entre si. Michael Matthews deu a vitória à Orica e bateu Sagan, Hagen, Avermaet e Samuel Dumoulin. Os seus colegas na fuga, Impey e Durbridge, fizeram um grande trabalho e tiveram a merecida recompensa. O australiano, graças a esta vitória, entrou para um “clube restrito” de ciclistas que já venceram etapas nas três Grandes Voltas.

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