Publicidade

Antevisão GP Singapura: Lando Norris não vacila sob pressão

Bernardo Figueiredo · 3 min

Lando Norris
Foto: F1

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Lando Norris partia para a qualificação do Grande Prémio de Singapura como o grande favorito à pole position e o britânico não defraudou as expetativas.

modalidades cabeçalho

A ANTEVISÃO: BRITÂNICO LANDO NORRIS CORRESPONDE ÀS EXPETATIVAS E CONQUISTA A POLE, VERSTAPPEN E HAMILTON COMPLETAM O TOP-3

Lando Norris partia para a qualificação do Grande Prémio de Singapura como o grande favorito à pole position e o britânico não defraudou as expetativas. O homem da McLaren fez mesmo a melhor volta da Q3, com 1:29.525 minutos, batendo o homem a quem tenta roubar a liderança do campeonato, que teve uma subida de forma em comparação com o dia de ontem.

Norris tinha estado em bom plano no dia de ontem, com Charles Leclerc a parecer o único que lhe podia dar luta, mas o monegasco perdeu rendimento hoje. Ainda assim, Norris teve de lidar com circunstâncias específicas na Q3 que o deixaram sob pressão. Carlos Sainz bateu quando lançava a sua primeira volta, provocando uma bandeira vermelha, deixando Norris (e praticamente todos os outros) com apenas uma volta para fazer a diferença).

Lando Norris correspondeu e conquistou a pole position, à frente de dois pilotos que pareciam estar em dificuldades ontem, mas que hoje subiram o nível. Max Verstappen ficou a duas décimas do piloto da McLaren e Lewis Hamilton ficou a três, saindo atrás de Lando Norris neste domingo. A Mercedes, que parecia estar perdida com ambos os carros ontem, conseguiu também colocar George Russell no quarto lugar, apesar de Russell se ter queixado algumas vezes do carro ao longo da qualificação.

Oscar Piastri tem estado algo longe do seu colega de equipa ao longo deste fim de semana e essa distância voltou a verificar-se em qualificação, com uma diferença de mais de quatro décimas a deixar o australiano apenas no quinto lugar. Nota muito positiva para Nico Hulkenberg, Fernando Alonso e Yuki Tsunoda, a conseguirem levar os seus carros à Q3, ao contrário dos respetivos colegas de equipa, e a qualificarem-se em sexto, sétimo e oitavo, respetivamente.

Desilusão para a Ferrari, que termina a qualificação em nono e em décimo, sem qualquer tempo registado. Como já foi referido, Carlos Sainz bateu quando estava a lançar a sua primeira volta na Q3, acabando por bater na barreira e por não registar qualquer tempo. Charles Leclerc ainda não tinha feito a sua volta quando tal aconteceu e o monegasco estragou a sua última tentativa ao ir para lá dos limites de pista na curva 2.

Ligeira desilusão para a Williams, que parecia ter potencial para chegar à Q3 pelo que foi mostrando nos treinos livres, mas acabaram apenas em 11.º e 12.º, com Alex Albon a bater Franco Colapinto por apenas sete milésimas. Sergio Pérez foi a outra desilusão desta qualificação, com o mexicano a não apresentar as melhorias que o seu colega de equipa mostrou hoje, ficando-se pela Q2, em 13.º, à frente de Kevin Magnussen e Esteban Ocon. Daniel Ricciardo, Lance Stroll, Pierre Gasly, Valtteri Bottas e Zhou Guanyu foram os pilotos eliminados na Q1.

EQUIPA A TER EM CONTA

Mercedes – Com Piastri apenas em quinto, os Ferraris mais atrás e Pérez fora do top-10, a Mercedes é a única das quatro grandes equipas que tem os carros juntos na grelha, o que lhes pode dar jeito para a corrida de amanhã.

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER

Max Verstappen (Red Bull) – É evidente que a Red Bull está a passar por um período de dificuldades, depois de ter dominado praticamente todo o ano passado. No circuito em que mais problemas teve no ano passado, Verstappen qualificou-se este ano na primeira linha da grelha, tendo hipóteses de dar luta a Norris amanhã.

Bernardo Figueiredo

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.