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Quando pensamos em Fórmula 1, os primeiros pensamentos fogem logo para os campeões ou então para os vencedores de Grandes Prémios. Mas hoje não vamos falar dos que foram campeões e sim daqueles que, para mim, foram os melhores a não conseguirem ser campeões. Não há grandes critérios, mas baseei a minha opinião na minha memória (ou até da falta dela, aí o nosso amigo YouTube ajuda muito) destes pilotos.
Foto de Capa: Scuderia Ferrari
1.
Rubens Barrichello – São 326 entradas e 322 partidas. De 1993 a 2011, entre a Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams. O brasileiro entrou em ’93 para a Fórmula 1, mas apenas em 2000 conseguiu a sua primeira vitória. Foi com a Ferrari, que no princípio do século foi dominante, principalmente com Michael Schumacher. Assim, foi na Ferrari que ficou mais perto de chegar a um dos troféus mais cobiçados do mundo motorizado.
Foi ofuscado por Michael Schumacher? Foi, mas ficará sempre na minha memória como o que não foi. Quem fica na Fórmula 1 durante 18 anos, não pode ser mau piloto.
2.
Bruce McLaren – Esta é uma das personagens mais históricas da Fórmula 1. Se não fosse Bruce, não havia McLaren. Infelizmente, Bruce nunca conseguiu vencer um título mundial. O piloto da Nova Zelândia terminou em segundo lugar em 1960 e em 1962 e 1969 terminou no lugar mais baixo do pódio. Venceu corridas a Jack Brabham, Phil Hill e a Denny Hulme. E prova à sua habilidade, venceu as 24h de Le Mans em 1966, juntamente com Chris Amon ao volante de um Ford GT 40.
3.
Jacky Ickx – Múltiplo vencedor das 24h de Le Mans, o piloto belga esteve na Fórmula 1 entre 1966 e 1979. Pilotou pela Cooper, Ferrari, Brabham, McLaren, Williams, Lotus, Wolf – Williams, Ensign e Ligier. Infelizmente, as melhores classificações foram o segundo lugar, em 1969 e 1970.
Um piloto extremamente completo, que pilotou em Le Mans, Fórmula 1, Dakar ou carros de turismo, Ickx não quis deixar nada para trás.
4.
Stirling Moss – O meu colega, Luís Barros, tem o apelido correto para este piloto: “O Senhor Desporto Motorizado”.
Degladiou-se com Juan Manuel Fangio ou Jack Brabham. De 1955 a 1958 terminou em segundo lugar. São quatro anos a terminar ‘a um cabelo do título’.
Artigo revisto por Inês Vieira Brandão














