Publicidade

Os rookies de Moto3 em 2019

Ana Rita Nunes · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O que não falta na próxima temporada do campeonato mundial de Moto3 são novidades. A grelha da categoria mais baixa terá muitas jovens promessas do motociclismo em 2019.

Alguns deles já treinaram com as novas equipas e com a nova mota. Entre eles estão o espanhol Sergio Garcia (Estrella Galicia 0,0), o italiano Riccardo Rossi (Kommerling Gresini Moto3) e o campeão do mundo do FIM CEV Repsol Moto3 de 2018, o espanhol Raul Fernandez (Ángel Nieto Team Moto3).

A lista de rookies não fica por aqui. Muitos outros estão confirmados para a próxima temporada, mas ainda não fizeram a sua estreia. O checo Filip Salac (PrustelGP), o britânico Tom Booth-Amos (CIP) e o japonês Ai Ogura (Honda Asia) são alguns dos nomes que surgirão no próximo ano. Estes pilotos inserem-se no grupo daqueles que ainda não estiveram em pista com as suas equipas. A sua estreia ficará assim adiada para 2019, nos próximos testes.

Quem também ainda não testou foi o turco Can Öncü. O campeão do mundo da RedBull Rookies Cup de 2018 já não é novo nestas andanças. O pilote teve a sua estreia em Moto 3 ainda este ano, na última corrida da temporada. O turco não se ficou por aí e acabou por vencer a corrida em solo valenciano. Um momento histórico para o desporto motorizado e uma incrível surpresa para o turco. Can Öncü irá subir para a categoria de Moto3, depois de bater o recorde do piloto mais jovem a vencer uma corrida no mundial, com apenas quinze anos de idade. As expetativas são muitas para o piloto que desafiou todas as probabilidades e que surgirá com as cores da equipa com que se estreou em Valência, a RedBull KTM Ajo.

Outra das novidades é Celestino Vietti (SKY Racing Team VR46). O nome não é estranho, pois o italiano já tinha substituído Nicolo Bulega em algumas corridas em Moto3. Numa delas alcançou um incrível terceiro lugar.

O italiano Celestino Vietti, que fará a sua estreia em Moto3 em 2019
Fonte: SKY Racing Team VR46

Dos pilotos que permanecem na categoria em 2019, alguns mudaram de equipa e de mota e terão algum tempo de preparação para se habituarem às novidades. Entre eles estão os espanhóis Marcos Ramirez (Leopard Racing) e Aron Canet (Max Racing Team), o britânico John McPhee (Petronas Sprinta Racing) e o argentino Gabriel Rodrigo (Kommerling Gresini Racing).

Novos pilotos, novas equipas e novas motas. Muito se espera da próxima temporada e dos rookies que alcançaram a categoria de Moto3 e que farão a sua estreia oficial no próximo ano. 

Com os principais candidatos ao título de Moto3 da época passada a subir para a categoria intermédia, está tudo em aberto para 2019. 

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: RedBull KTM

Ana Rita Nunes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.