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Rio’2016: Dia 6

Rodrigo Fernandes · 1 min

Rio’2016: Dia 6

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O dia 4 do Rio’2016 para Portugal começou com o Tiro. João Costa tentou apurar-se para a final do Tiro a 50m, mas ficou novamente a dois pontos dos oito primeiros classificados. Terminou assim a quinta participação olímpica de João Costa.

No Judo Célio Dias desiludiu um pouco e foi eliminado logo no primeiro combate ao perder por Ippon. Não correu bem a experiência olímpica de Célio Dias.

Nelson Oliveira ficou em sétimo no contra relógio e conseguiu melhorar a sua prestação de Londres. Foi um excelente resultado do Nelson que terminou assim a presença portuguesa no Ciclismo com um diploma.

No futebol Portugal empatou com a Argélia a uma bola e assegurou o primeiro lugar do grupo. O golo de Portugal foi marcado por Gonçalo Paciência de grande penalidade. O próximo jogo é com a Alemanha no dia 13.

Na Vela Gustavo Lima subiu a 16º na classificação após o seu melhor dia de prova no Rio’2016. Sara Carmo é agora 26ª classificada ao fim de três dias de prova. Ambos os velejadores estão a subir de ritmo e a melhorar.

Finalmente na Natação Diogo Carvalho foi eliminado nas eliminatórias dos 200m Estilos enquanto Alexis Santos bateu o seu recorde pessoal e apurou-se para as meias finais. Nas meias finais piorou o seu tempo das eliminatórias mas mesmo assim conseguiu terminar num excelente 12º lugar final, um resultado brilhante para a Natação portuguesa.

Agenda dia 11:

O golfe volta aos Jogos depois  de 112 anos de ausência Fonte: Ricardo Melo Gouveia
O golfe volta aos Jogos depois de 112 anos de ausência
Fonte: Ricardo Melo Gouveia

Golfe: Filipe Lima

Dia 1 Hora: 12h41

Ricardo Melo Gouveia

Dia 1 Hora: 14h14

Judo: Jorge Fonseca

-100 Kg – Eliminatórias Hora: 14h00

Vela: João Rodrigues

RS:X – Dia 3 Hora: 17h00

Natação: Tamila Holub

800m Livres – Eliminatórias Hora: 17h20

Badminton: Telma Santos vs Li Xuerui

Fase de Grupos Hora: 23h55

Imagem de capa: COP

Rodrigo Fernandes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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