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Luís Filipe Vieira reeleito presidente do SL Benfica

Bruno Rocha · 2 min

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Passavam 15 minutos das duas horas da manhã desta quinta-feira quando se soube que Luís Filipe Vieira foi o nome escolhido pelos sócios encarnados para presidir o SL Benfica no quadriénio 2020-2024. Vieira segue assim para o seu sexto mandato, e último, segundo afirma.

Os sócios afetos ao Sport Lisboa e Benfica, fizeram-se ouvir naquelas que foram as eleições mais concorridas de sempre, com 38102 sócios votantes a ditar a reeleição de Luís Filipe Vieira. Eram três as listas concorrentes à presidência dos encarnados. A Lista A, encabeçada por Luís Filipe Vieira, a Lista B, de João Noronha Lopes e a Lista D de Rui Gomes da Silva.

O candidato que obteve a menor parte dos votos foi mesmo Rui Gomes da Silva, que arrecadou 1,64% dos votos dos sócios. A segunda lista menos votada foi a Lista B (34,71%), presidida por João Noronha Lopes, que foi o grande perdedor da noite.

Noronha Lopes afirmou que esta “não foi uma luta perdida” e que a “semente de um Benfica novo está plantada”, mostrando-se satisfeito com o resultado das eleições, mesmo não sendo aquele que esperava. Quando questionado, Noronha Lopes disse que esta seria a sua única eleição.

Por sua vez, Luís Filipe Vieira não podia estar mais satisfeito com o resultado obtido neste ato eleitoral: 62,59% dos sócios votaram na reeleição de LFV. Na tomada de posse que aconteceu ainda na madrugada de hoje, o presidente encarnado lembrou que “agora não há vencedores nem vencidos” e que é “tempo de voltar a unir o Benfica”. Vieira afirmou ainda que espera que respeitem o resultado destas eleições e que “a partir de agora haja só um Benfica”.

Luís Filipe Vieira é eleito, então, para o seu sexto mandato consecutivo. O presidente do SL Benfica assumiu a presidência do clube em 2003, levando assim 17 anos ao leme dos encarnados. Vieira assumiu ainda que este seria o seu último mandato, pois não voltará a recandidatar-se, sendo Rui Costa o nome mais falado para assumir o cargo de presidente do Sport Lisboa e Benfica.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Bruno Rocha

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Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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