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Numa altura em que as hostes benfiquistas já viveram tempos mais felizes, as duvidas e a contestação dos adeptos começa a ganhar cada vez mais forma e as críticas, nomeadamente a Rui Vitória, Luis Filipe Vieira e alguns jogadores, continuam a aumentar significativamente.

Embora um dos principais problemas continuo a ser o departamento médico dos encarnados, a falta de investimento no mercado, sobretudo em busca de um guarda-redes titular, um lateral direito (espera-se por Douglas) e de um central de grande nível (que, mesmo que Rúben Dias possa assumir, continua a faltar um elemento de qualidade), o problema pode mesmo estar na seleção do melhor onze.

Primeiramente, é preciso perceber as saídas e, tendo em conta que falamos de um clube tetracampeão, a necessidade de manter a estrutura. A qualidade de jogo do Benfica caiu consideravelmente, sobretudo pela perda de qualidade na saída com bola, na profundidade no seu jogo e ainda, no espaço entre o meio e a frente de ataque, algo que leva a uma deficiência na ocupação de espaços, que se torna cada vez mais visível com o envelhecimento de Jonas e na perda de, primeiramente Gonçalo Guedes e mais tarde de Mitroglou, com o qual se entendia de olhos fechados.

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Depois de 11 anos como federado, a tática, a estrutura, e tudo aquilo que envolve o futebol fizeram com que Júnior visse o futebol de uma maneira diferente. Adepto assíduo da Premier League desde os seus seis anos, acredita ainda que a essência do futebol de rua perdurará sempre em detrimento da tática. Considera-se um estudioso do futebol.                                                                                                                                                 O Júnior escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.