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A minha geração faz parte de uma época em que só a partir da segunda década do novo milénio é que os jogadores estrangeiros chegavam ao Sport Lisboa e Benfica para fazer realmente a diferença. Antes disso, só aos anos 80 e 90 é que podemos ir buscar nomes vindos lá de fora, com qualidade suficiente para figurar na História do SL Benfica.

Como, infelizmente, ainda não andava por cá na década de 80 (e a minha memória só vai buscar a parte final dos anos 90), deixo-vos um top muito focado nos anos mais recentes, mas, ainda assim, com jogadores que irão para sempre figurar na nossa História, seja pela sua classe, entrega ou contribuição para com o Glorioso Manto Sagrado vestido.

5.

Fonte: SL Benfica

Óscar Cardozo – Na temporada de 2007/2008 chegava a Lisboa um ponta-de-lança paraguaio que acabaria por ficar na História Benfiquista como o melhor marcador estrangeiro e o 8.º melhor marcador de sempre do Clube. “Tacuara” nem sempre deteve uma opinião consensual entre os adeptos, que muitas vezes perderam a paciência para com o mesmo, sublinhando a sua falta de velocidade e de entrega. É um facto que, devido à sua estatura (1,93m e 88kg), Cardozo não era propriamente rápido. Contudo, não podíamos acusá-lo de falta de entrega. Não sendo um portento em termos de agilidade, a técnica que tinha era toda canalizada para a execução. Finalizador de excelência, bastava apanhar a bola a jeito e, de qualquer parte do campo, lá ia uma “castanhada” fulminante direta ao fundo das redes. Ficou conhecido pela sua apetência por marcar ao Sporting CP, fazendo as delícias dos adeptos encarnados nos dérbis lisboetas. Ao todo foram 172 golos, em 293 partidas disputadas, durante as sete temporadas de Águia ao peito.

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Alfacinha de gema e Benfiquista por natureza, Bruno é um obcecado por Futebol e foi através da escrita que encontrou a melhor forma de dar a conhecer essa sua paixão pelo desporto-rei. É capaz de estar desde Segunda-feira até Domingo à noite a ver todos os jogos que passam na TV. Terá sido em pequeno que toda esta loucura futebolística foi despertada pelo seu Pai e pelo seu tio que, respetivamente, o levavam ao Estádio do Restelo e ao Estádio da Luz. Bruno não suporta facciosismos e tenta sempre ser o mais crítico possível para com o seu clube.                                                                                                                                                 O Bruno não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.