Publicidade

Top 5 treinadores para substituir Rui Vitória

Jorge Baptista Laires · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Face às más exibições do Benfica nos últimos jogos e à contestação em relação à continuidade de Rui Vitória como treinador principal do Benfica, é relevante pensar nos candidatos a substituí-lo futuramente. O Benfica precisa de um bom treinador para levantar a forma, e estes são, a meu ver, boas opções para o clube.

Eis cinco boas opções para substituir Rui Vitória:

5.

Fonte: SL Benfica

Bruno Lage – Treinador atual da equipa B do Benfica, que até está a fazer uma boa época. Pode não ser uma solução a longo prazo, mas tem capacidade para tomar conta da equipa durante o resto da época. Não é a primeira vez que está no Benfica, já tendo treinado alguns escalões jovens. Depois dos Juniores do Benfica, passou pelo Al-Ahli (escalão júnior e equipa B) e durante quatro épocas foi adjunto no Sheffield Wednesday.

4.

Fonte: SC Braga

Paulo Fonseca – Um treinador já bem conhecido pelo público português, que se está a lançar bem a nível internacional. Já na terceira época no Shakhtar Donetsk, foi campeão nas duas primeiras e encontra-se na primeira posição da tabela na época decorrente.

3.

Fonte: SL Benfica

Michel Preud´homme – Antigo guarda-redes do Benfica e atual treinador do Standard Liège, Michel Preud´homme tem feito nome como treinador na Liga Belga, tendo sido campeão já três vezes. Para além do Standard Liège, já treinou o Club Brugge, o Gent, o FC Twente da Holanda, e o Al-Shabab da Arábia Saudita.

2.

Fonte: UEFA

Leonardo Jardim – Leonardo Jardim teve uma má época a treinar o AS Monaco, tendo sido despedido e encontrando-se desempregado. Apesar disto, foi campeão da Liga francesa na época de 2016-17, conseguindo elevar-se ao Paris Saint-Germain, que terá um financiamento bem mais elevado do que o AS Monaco. Seria uma ótima escolha para o Benfica, visto que até já esteve a treinar alguns clubes em Portugal, sendo um deles o Sporting CP.

1.

Fonte: Sporting CP

Jorge Jesus – Outro treinador bem conhecido no futebol português. Jesus já passou por dois dos “três grandes” clubes do campeonato, tendo um deles sido o Benfica. Todos conhecemos Jorge Jesus e sabemos que tem capacidade para treinar um grande. Mais uma reviravolta e um regresso ao Benfica não seria tão imprevisível.

 

Foto de Capa: SL Benfica

Revisto por: Mariana Coelho

Jorge Baptista Laires

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

GP Estados Unidos: Kimi Antonelli a dois pontos do título

A CORRIDA: AINDA NÃO FOI DESTA, MAS KIMI ANTONELLI FEZ TUDO O QUE LHE COMPETIA NO FIM DE SEMANA DE AUSTIN Kimi Antonelli venceu este domingo o Grande Prémio dos Estados Unidos de Fórmula 1, com o título a ser apenas uma formalidade à espera de acontecer, que será provavelmente na ronda seguinte, no México, onde um nono lugar chega para assegurar o cetro.

Bernardo Figueiredo · 2 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

O Açor não tem medo da Águia | Santa Clara x Benfica

«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.