Junho de 2015 como pano de fundo. Estupefação perante um dos anúncios mais surpreendentes da história do futebol nacional: Jorge Jesus, depois de seis épocas a comandar os destinos do Benfica, trocara a Luz por Alvalade. Para o banco encarnado seria anunciado Rui Vitória, que protagonizara boas épocas ao serviço do Vitória de Guimarães mas que estava longe, muito longe, de gerar consenso entre o universo vermelho. Agora, passados quase três anos, qual o balanço? O legado de Jesus ainda encontra espaço na Luz? E Vitória? Já fez esquecer o passado do seu homólogo? Consideramos 6 pontos onde tentaremos esclarecer o que ficou e o que mudou no Benfica com a dança de cadeiras na segunda circular.
Mal sabia andar e já ia ao estádio ver os jogos do Gil Vicente, clube da terra natal. A paixão pelo relvado, pelos golos e pelas fintas, agarrou-se como uma doença e não mais saiu. Depois aprendeu a ler e a escrever e como não tirava más notas nas composições, aventurou-se na criação de blogues de bola. Mais tarde, na inconsciência dos seus dezoito, frequentou Ciências da Comunicação. Mantém vivo o sonho de ser jornalista desportivo, de derrubar chavões e fazer parte de uma nova era que pensa o futebol como um jogo para os criativos e inteligentes.
O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
O Bola na Rede esteve presente nos Laureus 2026 e teve a oportunidade de entrevistar Óscar de Marcos em exclusivo. O antigo lateral do Athletic falou de Álvaro Djaló, do Sporting, da carreira e deixou elogios para os jogadores de Portugal.
O Benfica prepara a época 2026/27 e definiu a saída de Gonçalo Oliveira, Rodrigo Rêgo e João Rego. Em contrapartida, quatro outros jovens têm presença confirmada na pré-época.
O Rio Ave procura a primeira vitória em casa sobre o Sporting desde 2016, num encontro que calha na mesma semana em que o clube vila-condense celebra o seu 87.º aniversário.