Última hora2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica
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Formação de ouro veste-se de azul

Filipa Mesquita · 1 min

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Numa altura em que as divergências têm falado mais alto, o futebol “dos grandes” começa a perder o seu brio e é nas camadas mais jovens que as atenções se centram. As academias têm estado no seu auge e os jogadores da formação têm dado que falar.

Depois das pérolas saídas de Alcochete, dos jovens que se afirmaram na equipa A do SL Benfica, foi a vez dos jovens jogadores do FC Porto estarem em destaque – e de que maneira!

Esta semana, os sub-19 do FC Porto conquistaram a UEFA Youth League pela primeira vez na história do clube. A maior competição de clubes de sub-19 foi conquistada pelo FC Porto, que deixou em campo uma boa imagem daquilo que já é e do que ainda pode conquistar. Certo é que muitos deles já ficaram sob a atenção de Sérgio Conceição, que vê nos atletas novas opções para a época que se avizinha. Mas vamos a factos…

O FC Porto foi a primeira equipa portuguesa a vencer a prova
Fonte: FC Porto

O FC Porto tornou-se a primeira equipa portuguesa a conquistar a competição ao vencer o Chelsea FC, em Nyon, por 3-1. Fábio Vieira, Diogo Queirós e Afonso Sousa foram os autores dos golos portistas, que entraram na história do clube pelo feito inédito.

Neste caso, a vitória azul e branca também serviu de vingança da última época, altura em que os portistas perderam frente aos ingleses na meia-final no desempate por grandes penalidades.

Sob o comando técnico de Mário Silva, os dragões sucederam ao Barcelona FC, que venceu anteriormente a prova precisamente frente ao Chelsea FC, equipa que já soma quatro presenças nas finais, com duas conquistas.

Os jovens dragões mostraram que a idade é só um número e com maturidade e persistência entraram para a história, num palco em que muitos outros atletas se mostraram ao mundo.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Jorge Neves

Filipa Mesquita

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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