Publicidade

Riqui Puig Dragão? Leva nega de Conceição!

Flávio Fernandes · 2 min

Riqui Puig
Foto: FC Barcelona

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O diário espanhol Sport avançou nestas últimas semanas que o FC Porto está interessado em Riqui Puig, médio do FC Barcelona, e já terá contactado o clube catalão.

Os dragões pretendem o jogador, de 22 anos, por empréstimo ou em definitivo, sendo que nesse caso o Barcelona teria de rescindir o contrato com o atleta, o mesmo termina em junho de 2023. A comunicação social também já veio dar conta de que o FC Porto se não for dentro desses termos não irá submeter uma proposta oficial.

É certo que o jovem talento não faz parte dos planos de Xavier Hernández para esta nova época dos blaugrana e terá de procurar uma solução. Riqui Puig cedo chegou ao plantel principal do Barcelona e nas últimas três épocas por lá se manteve, contudo, nunca foi uma aposta muito regular.

Apesar do talento evidente sempre lhe foi apontado pelos seus treinadores a falta de trabalho e compromisso nos treinos e talvez seja isso que esteja a atrasar a sua “explosão” e afirmação no mundo do futebol.

Com as saídas de Vitinha e Fábio Vieira para Paris Saint-Germain FC e Arsenal FC, respetivamente, o espanhol poderia ser uma boa solução para colmatar estas saídas. É um jogador muito inteligente dentro das quatro linhas, com uma visão de jogo soberba e um toque de bola que não lhe fica nada atrás, um criador de jogo nato. Contudo tem de acrescentar mais ao coletivo, sendo um jogador de meio-campo teria de melhorar mais as suas missões defensivas e ter um maior compromisso com a equipa.

Estas são duas das características mais apreciadas por Sérgio Conceição, para além da garra e de o atleta ter de “deixar tudo em campo” em cada partida.

Talvez seja esta uma das razões para o mister ter dado a eventual nega à transferência de Riqui Puig para o FC Porto.

Flávio Fernandes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

GP Estados Unidos: Kimi Antonelli a dois pontos do título

A CORRIDA: AINDA NÃO FOI DESTA, MAS KIMI ANTONELLI FEZ TUDO O QUE LHE COMPETIA NO FIM DE SEMANA DE AUSTIN Kimi Antonelli venceu este domingo o Grande Prémio dos Estados Unidos de Fórmula 1, com o título a ser apenas uma formalidade à espera de acontecer, que será provavelmente na ronda seguinte, no México, onde um nono lugar chega para assegurar o cetro.

Bernardo Figueiredo · 2 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

O Açor não tem medo da Águia | Santa Clara x Benfica

«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.