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3.

Fonte: Sporting CP
Paulo Sérgio- Iniciando pelo mais antigo, Paulo Sérgio chegou ao emblema verde e branco na época 2010/2011, com um contrato válido por duas temporadas. O treinador ficou conhecido pela exigência de um “pinheiro” para a frente de ataque, desejo que nunca chegou a ser realizado. Para além disso, perdeu em janeiro Liedson, avançado brasileiro que tantas saudades deixou na massa adepta do clube.
Pois bem, o treinador nunca convenceu os adeptos. Num plantel que, apenas por curiosidade, contava com jogadores como Maniche, Jaime Valdés e Anderson Polga, a equipa foi eliminada pelo Vitória FC por 2-1 nos oitavos de final. Na Liga Europa, a eliminação ocorreu frente ao Rangers, nos 1/16 de final da Liga Europa. No campeonato, as exibições eram inconstantes, e o clube não chegou nunca a espelhar qualidade para ser um verdadeiro candidato ao título. Assim, a 26 de fevereiro de 2011, o treinador português chegou a acorda para a desvinculação do contrato, sendo substituído por José Couceiro.
2.

Fonte: Sporting CP
Franky Vercauteren- Quanto ao segundo treinador mencionado na introdução, confesso que sempre me despertou curiosidade o motivo pelo qual foi contratado, já que, na altura, foi algo que ninguém previa. Pela mão de Godinho Lopes, Franky Vercauteren chegou a Alvalade na época 2012/2013, substituindo Sá Pinto no comando da equipa. O então presidente leonino chegou a dizer que ‘’Vercauteren tem o ADN do Sporting’’. No entanto, a profecia não correspondeu à realidade. A aposta saiu de tal forma furada que o belga foi presença no banco por apenas dois meses, ficando como cartão de visita os onze jogos disputados e cinco derrotas. Não deixou qualquer tipo de saudade nos adeptos. A seguir a si, viram ainda o interino Oceano Cruz e Jesualdo Ferreira, naquela que foi a pior época de sempre do Sporting CP. A classificação final seria o sétimo lugar.
1.

Fonte: Sporting CP
José Peseiro- Por último, o caso que é ainda muito recente, e dá pelo nome de José Peseiro. Não falo do José Peseiro da época 2004/2005, mas sim do treinador que esta época apresentou um estilo futebolístico completamente diferente daquele que outrora demonstrara. O Sporting CP jogava feio e não fazia vibrar os adeptos. O futebol era desgarrado, cheio dos famosos “chutões para a frente”. É verdade que o início de época foi algo instável, mas pedia-se mais de uma equipa que, mesmo a correr por fora, tem aspirações ao título de campeão nacional. O seu despedimento há muito que era expectável, e viria a acontecer após a derrota por 2-1 frente ao Estoril, em Alvalade.
Concluindo, espero que o novo treinador do Sporting CP não venha a fazer parte deste lote restrito de treinadores dos quais não sentimos falta. Keizer, apesar de não ser um nome sonante, traz a escola holandesa de futebol ofensivo, postura que os adeptos esperam ver imposta no relvado. Agora resta esperar para ver o que o futuro nos reserva.
Foto de Capa: Sporting CP
artigo revisto por: Ana Ferreira









